Lembá — Em clima de celebração e reflexão, o distrito de Lembá recebeu na última sexta-feira a Chama da Pátria, no âmbito das atividades nacionais que assinalam os 50 anos da independência de São Tomé e Príncipe. A passagem simbólica do fogo patriótico foi feita por Edilidade Camarária de Lobata e recebida com entusiasmo pelas autoridades e população local.
A cerimónia de receção, marcada por discursos, atividades culturais e ações de cidadania, abriu espaço para uma análise do percurso do distrito desde a independência. O presidente da Câmara de Lembá, Guilherme Inglês, aproveitou o momento para destacar os progressos alcançados, como o fortalecimento das infraestruturas, o aproveitamento dos recursos naturais e a formação de técnicos locais.
Por outro lado, o autarca alertou para as fragilidades que persistem, apontando o saneamento deficitário, o desemprego entre os jovens, as vulnerabilidades sociais e os efeitos das mudanças climáticas como obstáculos que exigem resposta urgente e coordenada.
“O cinquentenário deve ser não apenas uma comemoração, mas também um marco de viragem na forma como construímos o futuro. Precisamos de mais autonomia local, de políticas eficazes e de uma visão estratégica para Lembá”, defendeu o autarca.
A presença da chama integrou ainda ações de sensibilização junto da população, promovendo o envolvimento ativo das comunidades na construção da cidadania. O Governo tem promovido esta iniciativa como forma de descentralizar as comemorações e criar um ambiente de participação cívica em todo o território nacional.
A Chama da Pátria continuará a sua rota pelos restantes distritos, num percurso que culminará no dia 12 de julho com a realização das cerimónias centrais do 50.º aniversário da independência nacional.
Waley Quaresma
Cóncón
24 de Junho de 2025 at 7:38
Antes de levarmos adiante projetos, planos, ações, há que ter em conta os conceitos de transparência, de organização, de rigor, de trabalho/trabalhar, fiscalidade, de responsabilidade/responsabilização, a justiça, a segurança, a defesa, a proteção, a emergência, bem como a sustentabilidade.
É necessário mudar de visão/paradigma quanto a organização objetivos gestão autárquica, ou das Autarquias Locais no País
Necessidade de novo modelo de organização(pelouros/órgãos/departamentos, como a gestão dos recursos humanos, a cultura, educação, saúde local, desporto, eventos, turismo local, ordenamento do território e urbanismo, população, o saneamento do meio, transportes, iluminação pública, planeamento, património, finanças etc) e finanças publicas e locais
Por outro lado a efetivação da desconcentração, descentralização, local e regional, efetivação daquilo que devem ser as finanças ou receitas(impostos, taxas, etc..), próprias das autarquias locais, da Região Autónoma do Príncipe
Precisamos fazer eclodir o crescimento/desenvolvimento sustentável local e regional