Política

Magistrados desmentem rumores sobre estado de saúde de Miques João Bonfim

A Associação Sindical dos Magistrados Judiciais Santomenses (ASSIMAJUS) rompeu hoje, terça-feira, 26 de agosto, o silêncio para desmentir as informações que circularam na rede sociai Facebook sobre o alegado agravamento do estado de saúde do advogado arguido Miques João Bonfim.

Vídeos e fotografias partilhados por familiares e apoiantes mostravam o arguido deitado no banco da sala de audiências do Tribunal de Primeira Instância, sugerindo que estaria a ser maltratado e até “a morrer” sob custódia. A ASSIMAJUS, contudo, garante que os relatos são falsos e têm motivações políticas.

Em comunicado, a associação explicou que Miques Bonfim foi conduzido ao tribunal a pé e em boas condições físicas, de acordo com os Serviços Prisionais. Durante a audiência de instrução contraditória, permaneceu em silêncio e, mais tarde, deitou-se no banco.

Face ao comportamento, a juíza ordenou a suspensão da sessão e a comunicação imediata ao Serviço Prisional para que fosse prestada toda a assistência médica. Segundo a nota, o arguido não desmaiou em momento algum. Pelo contrário, chegou a desferir socos contra o banco, resistindo à ação dos guardas.

A ASSIMAJUS acusou ainda “milícias digitais” e setores políticos de instrumentalizar o caso para atacar os tribunais e desacreditar os magistrados. O sindicato garantiu que os processos continuam a ser conduzidos com legalidade e imparcialidade, reafirmando a determinação dos juízes em “punir os culpados e absolver os inocentes”.

Waley Quaresma

2 Comments

2 Comments

  1. Tatiana

    29 de Agosto de 2025 at 10:05

    Com todo respeito. Ninguém sabe como estão a tratar o preso político. Infelizmente os socos deferidos pelo preso político é pedido de ajuda. Infelizmente foi mal interpretado. Por favor senhores salvem o homem. Tenham a coragem do Nelson Mandela.

  2. Sem assunto

    29 de Agosto de 2025 at 11:33

    Mentirosos, cumplices do pigmeu Patrice Trovoada.
    Não esqueçam, nunca, que estão a estrear uma nova forma de atuar do sistema judicial que é: prender para investigar.
    O feitiço, sempre, volta contra o feiticeiro, é assim desde os tempos remotos.

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