O Governo de São Tomé e Príncipe está a promover um diálogo construtivo com o grupo HBD, visando assegurar a continuidade das suas operações no país, em particular na Região Autónoma do Príncipe, onde a empresa tem realizado investimentos estruturantes com impacto significativo no desenvolvimento local.
A garantia foi dada pelo Primeiro-Ministro, Américo Ramos, em reação ao anúncio do fundador da HBD Príncipe, Mark Shuttleworth, sobre a intenção de cessar atividades na ilha, motivada por tensões políticas crescentes com alguns líderes locais.
“Trata-se de um parceiro estratégico para o país, pelo que o Governo entrou em ação. Já foram estabelecidos contactos preliminares com o investidor, com o objetivo de criar uma ponte de diálogo que permita compreender os termos em causa e alcançar um ponto de entendimento”, afirmou o Chefe do Governo.
A declaração foi prestada à margem da segunda reunião de alto nível sobre a justiça, convocada no espaço de uma semana sob a liderança do Presidente da República.
No centro da agenda manteve-se a mesma prioridade: a urgência da realização do julgamento relativo aos acontecimentos de 25 de novembro, nos quais quatro civis perderam a vida após terem sido torturados no quartel do exército.
O encontro decorreu num momento em que a Procuradoria-Geral da República solicitou formalmente à Assembleia Nacional autorização para ouvir o deputado Arlindo Santos como testemunha no processo.
“Nesta reunião não analisámos questões processuais. Estamos a avaliar os passos institucionais. Cada entidade envolvida deve assumir as suas responsabilidades. O que compete à Procuradoria-Geral da República ou aos Tribunais não é matéria para deliberação entre os autores políticos. Essa iniciativa da Procuradoria não foi, nem poderia ser, objeto de discussão neste fórum”, sublinhou o Primeiro-Ministro.
Entretanto, a população acompanha com crescente expectativa o desfecho deste processo, que, nas palavras do Presidente da República, representa uma mancha sombria na história de São Tomé e Príncipe.
José Bouças
GANDU@STP
16 de Outubro de 2025 at 4:07
Bom dia STP,
STP nunca será um Jardim Zoológico, onde esses “RACISTS ALIENS” possam visitar mas os nativos devem ser contidos!
Estes “RACISTS ALIENS” nunca tiveram a poplulacção local como parte do seu projecto.
O seu modelo de negócio deixa de ser rentável, quando se tenta incluir os nativos!!!
GANDU@STP
16 de Outubro de 2025 at 8:30
Bom dia STP
Neste projecto, não existe espacço para os Nativos, apenas como empregados!
STP nunca será um Jardim Zoologico onde esses “RACIST ALIENS” podem visitar, mas a polulacção local tem que ser contida.
O modelo é sempre o mesmo: Expulsar o povo nativo, e tomar a terra!
Tal como no Ilhéu das Rolas, no sul do País. Sob o pretexto do Desenvolvimento, hoje o acesso é privado.
This “RACIST ALIENS” will never change, this is all they know: Killin n Lootin.
Antonio Fernandes
17 de Outubro de 2025 at 11:00
Os nativos têm que ser contidos, porque houve investimento sério, e pelo que sei, desde que são independentes, os nativos só destruíram nada fizeram de novo para o bem comum!! Aliás se matam este investimento, os nativos vão é passar fome e miséria, se calhar é assim que os nativos gostam de viver!!!!
Garoupa
16 de Outubro de 2025 at 9:39
Antes de levarmos a cabo projectos, há que ter em conta, os conceitos de transparência, rigor, organização, trabalho, justiça, segurança, proteção, responsabilidade/ responsabilização, sustentabilidade,…
As instituições no país continuam fracas,..(as instituições do país, deviam/ devem, estar estar solidas e capazes, permanentemente no tempo, antes dos governos, ou de qualquer governo, antes da política e dos partidos políticos, com pessoas bem qualificadas, preparadas educação/instrução, instrução de excelência, procedimentos bem definidos, codigo de procedimentos administrativos aliado ao código de trabalho, ao código civil, competências, rigor, responsabilidade/ responsabilização pela justiça, avaliação instituicional e profissional, valorização profissional, valorização remuneratória, formação profissional e contínua, liderança), está é e pelo menos deveria ser a visão da classe jurídica deve ter para salvaguarda do estado do direito, deveres democrático, faz parte da organização das sociedades, comunidades e países, para que se possa ter dirigentes a altura, a justiça em primeiro lugar na sociedade,…antes da política, ou qualquer outro ramo da administração ou da sociedade.
Aos políticos há que ter sentido patriótico, responsabilidade/responsabilização, sentido de organização e de estado, jamais podemos continuar nesta senda, e tempo de trabalho e rigor…Já la vai cinquenta anos os desafios são os mesmos, olhem para vossa incompetência,…aos partidos olhem aos vossos dirigentes sejam exigentes com eles,…
As pessoas, os cidadãos e familias, são as primeiras instituições e agentes socias económicos e financeiros de qualquer país, a seguir aos territórios, mar, rios, espaço aerodinâmico, a seguir ao poder … quando descurados a sempre crises pernamentes, insustentabilidades
Pratiquemos o bem
Célio Afonso
17 de Outubro de 2025 at 8:07
Vejam la no fundo do fundo se este abandono não tem mãos do Patrice Trovoada por detrás.
Aquele sujeito não descansa enquanto enquanto o atual governo não cair.
STP é propriedade dele. Pena é que a Celmira e outros capangas e fanáticos do ADI ainda não entenderam isto!
Tiago Moremo Afonso
17 de Outubro de 2025 at 11:06
Ó GANDU@STP, por amor a tua terra fique calado. Vai trabalhar seu inútil.