Política

Conflitos internacionais obrigam São Tomé e Príncipe a rever programa com o FMI

O mundo atravessa um período de grande incerteza, marcado pelos conflitos recentes, sobretudo no Médio Oriente. Os efeitos fazem-se sentir a nível global e obrigam São Tomé e Príncipe a rever o programa macroeconómico acordado com o Fundo Monetário Internacional em dezembro de 2024.

É um desafio que o país terá de enfrentar paralelamente com a crise energética, os custos dos combustíveis e da importação de alimentos. Tudo será muito mais difícil”, afirmou Gustavo Ramirez, Representante Residente do FMI em São Tomé e Príncipe.

Durante duas semanas, a missão do Fundo esteve no país, avaliou com as autoridades os principais desafios e apresentou recomendações para acelerar as reformas estruturais.

É necessário acelerar o processo de transição energética para reduzir a dependência dos combustíveis fósseis e garantir energia sustentável. A gestão da água é igualmente um tema central na nossa agenda”, acrescentou Ramirez.

Essas questões deverão ser aprofundadas na reunião de primavera do Fundo Monetário Internacional, marcada para os próximos dias em Washington, na qual o Governo de São Tomé e Príncipe estará representado.

José Bouças

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