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Ex-Procurador Geral da República pede embargo da obra de chineses sobre jardim público 

Adelino Pereira, que foi Procurador-Geral da República, de 2003 à 2006, impediu com base na lei que um dos espaços públicos emblemáticos da capital são-tomense, fosse vendido. Trata-se do jardim que confina com a antiga bomba de combustível, localizado na marginal 12 de julho, diante da Praia Brasil.

marginalO então Procurador-Geral da república, embargou a obra que estava a ser projectada para aquele espaço público(na foto), e consequentemente o despacho do Governo emitido em 1996, que permitiu a venda do jardim público incluindo a bomba de combustível a favor de dois cidadãos nacionais.

O então Procurador Geral da República considerou que se «as partes celebram um Contrato de Compra e Venda de um imóvel do domínio público, o acto é nulo e pode a todo o tempo ser declarado tal em juízo». 

Segundo os argumentos da Procuradoria-Geral da República, os bens públicos, como um jardim são inalienáveis, impenhoráveis e imprescritíveis. As obras projectadas para o jardim na marginal 12 de julho ficaram embargadas até o presente momento.

BalneárioEm 2014, uma situação similar ocorre na mesma zona da cidade de São Tomé. Mesmo no outro lado da estrada, um espaço público incluindo um e único balneário público da cidade, terá sido vendido.

A diferença desta vez é que as obras já começaram(como ilustra a foto). O balneário público já foi demolido, e o espaço
adjacente que no passado foi um jardim com assentos etc, foi removido pelos caterpílares.

A placa instalada no local, anuncia o nascimento de um centro comercial.

Adelino Pereira, hoje advogado insurge contra a situação. « Não podia calar a minha voz, pelo que lanço um apelo as autoridades, para que mandem embargar as obras que se iniciaram no local, apurar responsabilidades e devolver à cidade de São Tomé um jardim requalificado», refere o jurista num artigo de opinião que o Téla Nón publica na íntegra.

O leitor deve consultar o artigo do ex-Procurador Geral, a propósito da venda do espaço do jardim e balneários públicos, no espaço OPINIÃO.

Abel Veiga

    46 comentários

46 comentários

  1. bem ní wê mali ni tlachi

    6 de Junho de 2014 as 13:50

    Estou de acordo com Ex. Procurador Geral da República, isso não deve acontecer…é triste ver coisa do povo a ver vendido assim…

    • Zêquentchi doxi!!!

      9 de Junho de 2014 as 9:08

      Este individuo k n vejo o k tinha pra ser Procurador Geral, k pra mim nunca foi, é um burrrrrrrrrrrrro autentico. Ele sabe do que estou a falar. Ou ele deixa de ser jurista e passe a ser político definitivamente.

      Agora eu pergunto:
      O sr. Advogado prefer manter aquele espaço com toda a sugeira que lá tinha, criando um bando de vadios, bandidos, gatunos ou em vez disso, ter lá um investimento gerador de empregos a muitos jovens e não só que estão desempregados, trazendo consequentemente, uma outra imagem a cidade?
      O este investimento não só vair gerar mais de 100 empregos, como também vai contribuir aumentar o cofre de Estado com o pagamento do IRC.
      Não podemos continuar a ter este tipo de pensamento retrogado.
      Quantos jardim que não temos em São Tomé no Estado de ambadono?
      Se aparece alguem querer ocupar algum espaço cumprindo todas as condições a ser impostas pelo Estado, não vejo mal algum, desde que este gere empregos a nossa população e riqueza ao nosso país.

      Não quero ver meus compatriotas, meus amigos, meus irmão, meus vizinhos, minhas tias, primas, crianças das minhas vizinhas com fome. Quero ver toda gente ter oportunidades de empregos, de ter uma vida melhor senhor Advogado. Por favor não pense só em ti. Pense tb noutras pessoas……

      Sr. jurista mazé está a pensar numa forma de tirar proveito a seu favor, impedindo o desenvolvimento do país.

      Um bem haja sr. jurista Advogado-Político.

      São Tomé e Príncipe pra FRENTE, PRA FRENTE, PRA FRENTE!!!

      • cobrapreta

        12 de Junho de 2014 as 7:12

        Quem não sabe que este senhor Adelino Pereira é da ADI? Já repararam que os casos que envolvem bandidagem da ADI ele não comenta? Peça-lhe o seu comentário em relação ao José Carlos Barreiro dirigente da ADI que anda a traficar crianças inocentes!!!

  2. San Zêbê zinthin

    6 de Junho de 2014 as 14:47

    Não sei se é por ignorância ou de forma propositada que os decisores nossos optam por essas decisões muitas vezes em oposição aos pareceres técnicos das direções competentes. Temos o caso da DOCA que hoje é supermercado, espaços do domínio público da orla marítima que os estrangeiros compram e vedam o acesso ao mar e tudo isso os responsáveis dos 3 órgãos de soberania de forma impávida vão assistindo toda essa barbaridade.
    Muito obrigado cara Amado. Como alertaram para o caso de desbravamento da zona sul, esse caso presente e outros, continuam a ajudar-nos com S. Tomé e Príncipe porque muitos dos nossos dirigentes nâo valem nada.

  3. Atento ao Dossier

    6 de Junho de 2014 as 15:10

    Ao que S.tomé e Principe chegou,já tinham transformado
    um belissimo hospital colonial na Roça de Agua-izé,em
    unidade de criação de porcos galinhas e cabras,agora andam
    a vender os espaços públicos”jardins e balneários” para centros
    comercias.
    Qualquer dia vendem o palacio do Povo para criar piruns…

  4. Mé Zemé

    6 de Junho de 2014 as 15:35

    Quem são esses Cidadãos que estão a receber ou já receberão o dinheiro da venda? Isso cheira a corrupção e ato inconstitucional. O espaço da antiga feira de ponto está cedido para um grupo de líbios que a partida já não vão construir mais nada ai. O governo devia ajudar esse grupo chinês a desbloquear a situação desse espaço e construir ai a sua loja, pois este espaça já está preparado para receber algum empreendimento de vulto.
    Já que esse grupo está assim com tanto dinheiro, pelo que parece, constrói no espaço da antiga feira de ponto e requalifica os outros espaços a volta e o espaço do balneário que pretende construir o centro comercial, fazem ai um balneário, parque de estacionamento e jardim. Contrastando com a Igreja da Conceição, ficaria mais bonito. Este é o meu ponto de vista, mas resta os senhores que decidem dessa terra tomar a decisão.

    • Voador panhá

      6 de Junho de 2014 as 16:19

      Credo STP, este país é realmente complicado,e por isso nunca se vai desenvolver.Quando não se faz nada todo mundo reclama que o país esta mal, ninguém faz nada, a nossa cidade esta feia com casas velhas, não tem infraestrutura que realmente dignifica uma cidade. Mas sempre que se pensa fazer uma coisa de relevo é sempre confusão. Meus senhores vamos evoluir mudar de mentalidade deixemos dessas coisinhas que não nos leva a lado nenhum. Eu não consigo entender como é que há pessoas que continuam a defender aquele espaço com um balneário que põe em causa a saúde pública um jardim que até já se tentou fazer alguma coisa bonita ali mas a nossa população destruiu e neste momento não existe jardim nenhum , um lugar que se tornou num grande centro de promiscuidade, vendem comida ali em condições extremamente precárias,consumo de álcool exagerado,mesmo dentro daquele balneário faziam também comércio de sexo, um monte de gente parada sem fazer nada, é esta imagem que queremos logo para entrada da nossa cidade? que coisa? eu acho que fazem bem procurar dar outra imagem a esse espaço dando lhe uma melhor visão para a nossa cidade.

      • santola

        6 de Junho de 2014 as 23:05

        Cala te que ficas melhor amigo.

      • San Zêbê zinthin

        7 de Junho de 2014 as 8:18

        O Sr. ou Srª deve ser um dos nossos governantes. Meu Caro, não é com altos prédios é que uma cidade é classificada de bonita. Se temos o que temos, essa presença é que constitui o nosso património. Casas do nosso estilo muitos países do mundo querem voltar a esse tipo mas não conseguem. Se na verdade queremos uma cidade com prédios e que marca essa geração, porque não pensar numa nova cidade moderna com prédios como os Nigerianos e brasileiros e outros países fizeram num outro espaço? Já na época colonial pensou-se numa nova cidade que partia de magodinho até praia das conchas e o arquiteto italiano que projectou uma nova cidade para S. Tomé faleceu e seu filho comunicou às autoridades santomenses da existência deste tão importante projecto mas as autoridades santomenses desvalorizaram porque a zona de magodinho até praia das conchas está ocupada de forma desorganizada pelos dirigentes. Eu pergunto o seguinte. Quando acabar os espaços de domínio público para onde irão construir?

      • H. Borges

        9 de Junho de 2014 as 11:05

        A questão que se põe, ao meu ver, não recai apenas sobre a necessidade de se transformar o espaço em algo mais aproveitável. Pois acredito que um centro comercial, como deve ser (com áreas de lazer, parque de jogos, carocel, etc) seria muito mais útil que um mero jardim, que na verdade nem relva, alguma vez teve. A grande questão que sim justifica plenamente a denuncia do Ex PGR coloca-se na transparência. Se é um espaço público prquê que 2 ou 3 indivíduos, armado em xicos espertos (mais santomenses que qualquer outro santomense) vão aproveitar-se da venda daquilo que é de todos. Alias este tipo de coisas, devem estar sujeitas ao regime de concessão e nunca alienação definitiva de terras, cujo o valor é imensurável. Mas sempre que determinados indivíduos estão nos poleiros mais altos da nação, temos que contar com estas cenas. Já estamos habituados a isto. É uma pena que os santomenses as vezes não conseguem somar 1 + 1 para perceberem que enquanto alguns indivíduos estiverem no poder estamos todos feitos ao bife, menos eles mesmos.

  5. Leopardo

    6 de Junho de 2014 as 15:55

    Meus Senhores ….
    Não fazem nada nem querem que os outros façam …..
    Aquele espaço é uma lastima … motoqueiros, cheira mal…é um espaço imundo etc
    Aquela zona nunca será verde…
    Vou a melhor coisa que o Estado fez …. portanto apoio a decisão do Estado…. as vezes acho que os santomenses gostam de viver na miséria….

  6. romario

    6 de Junho de 2014 as 16:09

    Se for para este atual procurador geral fazer o embargo …vai esperar sentado…esta a viajar…a troika nao vai lhe deixar

  7. disco duro 1Tb

    6 de Junho de 2014 as 16:43

    Onde está a Feira de Ponto que foi referência?
    Foi vendido à QUEM?
    Aos Líbios.
    POR QUEM?

  8. Cergio maculu

    6 de Junho de 2014 as 17:32

    Coisa tipica de santomenses: Nao fazem e nao deixam que ninguem faça. Acho que Guilherme Posser, o suposto dono do espaco e’ tambem advogado que anda a lixar os outros. Recorda-se que uma vez o Dr. Posser invadiu o gabinete do Procurador Adelino Pereira para ajusto de contas de forma física. Hoje chegou a vez de Adelino Pereira tambem pedir contas ao Posser. E assim vai andando as coisas do lindo Sao Tome e Prinripe. Por favor nao se esquecam que o povo esta com fome meus senhores

  9. armando

    6 de Junho de 2014 as 17:39

    Meus caros, os primeiros 15 anos destruiram STP; agora vieram acabar o serviço. Temos dirigentes que nao conseguem requalificar um jardim. Vender da mais lucro. Pudera!

  10. mangungu

    6 de Junho de 2014 as 17:44

    Como cidadao, acho que precisamos requalificar o espaco em causa.
    Devia-se erguer um edificio moderno, com faixadas de vidro, 10 ou 30 andares, com centro comercial, com areas de lazer, restauracao, cinema; com escritorios, residencias, etc etc

    Desde quando temos aquele espaco como esta?
    Desde o primeiro embargo o q foi feito?

    O pais precisa de grandes obras, para empregar essa gente que anda na rua de forma ambulante, precisa empregar pessoas e reduzir desemprego.
    nao ‘e com jardim q vamos reduzir desemprego.

    Qual o tratamento q estamos a dar ao jardim da praca da independencia?
    o jardim atras da EMAE?
    O jardim da UCLA junto ao CTT, o da alfandega?
    MEsmo o pequeno jardim em frente ao registo…
    acho que devemos repensar a logica do jardim no pais.

    Quando viajamos para europa deslumbramos com os jardins, mas infelizmente nos nao temos geito para a coisa.

    Com todo o respeito ao Sr. Advogado.

    obrigado

    • Zé Maroto e Grão de Milho

      10 de Junho de 2014 as 8:07

      Concordo plenamente contigo, muitos estão a reclamar que estão trocar o jardim por um centro comercial, de certeza que não sabem o que é um jardim.

  11. culpado

    6 de Junho de 2014 as 19:54

    Sabem quem ficou com o espaço da antiga feira de ponto?

    • disco duro 1Tb

      8 de Junho de 2014 as 13:39

      Isto foi negócio de Patrice Trovoada e LIBIOS.

  12. Teresa

    6 de Junho de 2014 as 20:45

    So em S.tomé e Principe é que tudo é vendido. Nas outras partes do mundo, aluga-se.

  13. santola

    6 de Junho de 2014 as 23:13

    Esses advogados têm mania que sabem tudo só querem críticas e bla bla fazer alguma coisa para o país, é nada.

  14. STP

    7 de Junho de 2014 as 0:43

    Estou de acordo em parte com o mangungu e totalmente de acordo com a Teresa,olha em STP, nos os santomenses, as vezes exagerarmos nas nossas protecções, é verdade que temos que cumprir a lei, mas lembra que a lei também é flexível, olha temos poucos menos em media de 187 mil habitantes,e o que fazer com estes habitantes, creio que o nosso governo ainda não parou para pensar bem nisso , si bem que reconheço que muita coisa boa foi feita,mas falando directo para o Senhor Adelino Pereira ex procurador e actualmente advogado fez o seu trabalho que é de defender o seu território, mas vejam precisarmos de investimentos sérios que possam resolver de uma vez por todas os problemas de empregos das pessoas, no meu ponto de vista não temos que vender mas sim poderíamos alugar e oiça seguir o modelo cabo verdiano eles não vendem nada alugam e o outra o investimento é do Chinês mas a obra ficara sempre em STP, e nos logicamente que ganharíamos com isso, então vejam la como poderiam negociar isto , porque sinceramente o jardim é lindo mas não resolve o problema da fome de miséria , do maus estar do povo, e com uma obra dessa de um grande volto a nossa cidade ganharia uma visão da cidade, moderna, competitivo, e talvez poderia passar mas confiança ao outros investidores sérios, e poderíamos la ainda exigir ao empresários para criar la um pequenos jardim com Internet , a dita responsabilidade social da empresa, por favor aproveite-mos ja as oportunidades, estamos cansado de projectos falhados!

    • Concordo

      7 de Junho de 2014 as 14:11

      Completamente de acordo consigo, ta na hora de começarmos a entrar na modernidade e encarar a realidade, afinal não é isso que os santomenses querem? ou então andam a falar do desenvolvimento do país de boca para fora?, Por mim que façam lá o jardim, o senhor procurador da república não quer o desenviolamento para do país, gente como essa o país anda para trás.

  15. Mesquinhas

    7 de Junho de 2014 as 2:43

    Era melhor que e procurador geral deixasse de mesquinha, se quer defender alguma coisa defende algo de bom para o país e não complica mais.

  16. DA TRINDADE

    7 de Junho de 2014 as 7:17

    Boa iniciativa do governo .devemos transformar essa capital do pais uma vergonha ver uma capital tão feia sem predios o parapeito da orla maritima toda distruida buracos nos passeios etc etc .vamos copiar o desenvolvimento de Angola. Moçambique e Cabo Verde.muita casa velha .vamos construir o pais com predios,lojas. centros comerciais. hoteis .praias limpas para aumentarmos o turismo em STP.

    • STP Rumo ao Desenvolvimento

      7 de Junho de 2014 as 11:47

      Concordo consigo DA TRINDADE um país como STP devia ser mais que um paraíso.

    • adi

      7 de Junho de 2014 as 16:29

      bem dito

  17. luisó

    7 de Junho de 2014 as 14:15

    Já repararam que foram derrubadas árvores centenárias?
    Ninguém diz nada sobre isto?
    Ministério do ambiente?
    Proteção da natureza?
    Enfim, autoridades camarárias?

  18. Forro é Forrrro

    7 de Junho de 2014 as 14:41

    Que nada se for pra deixar este lugar como estava sem nenhum aproveitamento é melhor construir infraestrutura que venha dignificar o espaço.
    Câmara e o Advogadozinho que vão cuidar dos outros espaços que se encontram encapoeirado. Chatice pá, convenhamos.

    • FÔDÊ BUDO

      10 de Junho de 2014 as 16:04

      E concordo consigo, o advogado tem o seu terreno em Boa Morte para ir cuidar não um terreno público que estava a criar coisas feias no coração de uma cidade, e um balneário que era fonte de prostituição pública.

  19. adi

    7 de Junho de 2014 as 16:27

    povo de s.tome sao tipo relogio sem cabeça, nao sabem oq querem… quanto espaço publico q foi oucupado sem beneficio do povo? e ninguem comentou nada? melhor ser centro comercial bem construido q ser essa vergonha q hoje existe, povo deixa de ser iguinorante, basta um politico colocar mioca na nossa cabeça q la esta

  20. Edney Barreto

    7 de Junho de 2014 as 18:44

    Realmente este espaço não era nada de especial para o centro de um Pais…querem embargo? Há balneários novos na cidade mas ninguém usa, continuam a usar as paredes do INSS. Deixem lá o chineses construir o centro comercial onde vai gerar emprego para os jovens.

  21. denvolvimento

    8 de Junho de 2014 as 13:45

    É triste a nossamentalidade.
    GENTES!
    Trata-se de inovação Arquitetónica.
    Será que bvamos continuar a viver com a nossaarquitetura como o espaço de Riboque para sempre.
    Desculpe,Sr Adelino Pereira.
    Sr deveria é incentivar a iniciativa e apresentar o seu ponto de vista quanto aos benefícios sociais-benefícios diretos a população como ao redor construir sitios de lazer como toiletes,bancos de assentos,cibercafé etc, e não pensar em EMBARGO. Não esqueça que investimento deste gera empregos à muita familis:quer diteras quer indiretaS.
    Por outra quanto ao caso de EMOLVE viemos saber de que muitas das pessoas que fizeram maca sobre o plantio de Palmeira la na zona são pessoas que tinham terram lá no local para medias e grandes empresas e que durante muito tempo nada fizeram.SEJAMO SERIOS E HONESTOS.

  22. santomense opositor

    8 de Junho de 2014 as 14:53

    Na minha opinião o senhor Procuradoria-Geral da República quer defender a sua opinião e a sua vivencia ocorrido naquele espaço, o senhor não deve se lembrar que estamos no séc. XXI, então o senhor não acha que STP não deva progredir?, Se o espaço for para a construção de um centro comercial que poderá aumentar o emprego para os jovens desesperados, melhorar a visão da cidade para o progresso do Turismo e mais benefícios, o senhor se opõe?, não tem nada de especial naquele espaço…

  23. Amigo Acorda

    8 de Junho de 2014 as 16:17

    Amigo Aquilo era um projeto do Patrice, e já é passado, estamos na realidade.

    • Quimilso

      8 de Junho de 2014 as 16:18

      Troca um Centro Comercial por um jardim? que absurdo, o que um jardim vai traze pra STP?

  24. Fernado Castanheira

    9 de Junho de 2014 as 8:26

    O barulho e entre o Adelino e o Posser. Alguem tem de tomar uma decisao definitiva. O Pais esta assim infelizmente. Guerra entre Pinto e Miguel. Guerra entre Fradique e bla bla….
    O Povo tem que pagar por esses cabecas durros? Ate quando?

  25. JOAO ALMEIDA

    9 de Junho de 2014 as 10:10

    Chamar burro a um eis procurador q de burro nao tem nada, porque o conheço pessoalmente. Pergunto q censsura é essa o TELANON? OU os senhores da censsura tenhem dois pesos e duas medidas ou andam a dormir. Pq quando chamei de gatunos aos politico aquando do desaparecimento dos cinco milhoes da linha do credito do brasil voces nao comentaram os meus comentarios por ter dito a verdade. Esse jornal deve ser pelos vistos de algum politico. Quanto as obras q estao a ser feitas, nao minha opiniao o pais se rege por leis. E as leis sao para serem cumpridas. Ha uma outra situaçao. Se é q venderam um espaço q era balniario, e outro q era jardim, quem é q vendeu se aquilo é publico?
    Se é q vendeu o dinheiro ta a onde?. quem autorizou as obras naquele espaço? Portanto meus caros, se houver uma investigaçao rigorosa para se apurar todas as verdades, vai gente para cadeia. Mas infelizmente como aquilo é uma republica das bananas tudo acontece.

  26. terra dos outros

    9 de Junho de 2014 as 15:31

    O nosso balneário não é balneário é apenas um centro de venda ambulante de vinho de palma e também é uma concretação de alguns motoqueiros sem cartas de condução, prejuidicado no nosso no nosso Estado, junto as putárias nocturnas para pessoas que não gostam de passear a noite, neste termo sou de opinião que se deve demolir o referido balneário,criando mais empregos para os jovens santomenses

  27. António Menezes

    9 de Junho de 2014 as 18:26

    Bom, na verdade já sabemos. Um dia um politico disse, e passo a citar” que os cães ruivam e o comboio passa”. Pois é meus senhores, os políticos têm tratado esse Pais de uma coisa banal. Ser hoje santomense é ser a ultima coisa em STP. Fazer o quê, ainda vamos votar neles, vocês vão ver…

  28. Ter boa visão

    10 de Junho de 2014 as 8:57

    não sei como foram feitos os acordos ou contratos para ocupação do referido espaço, mas o certo,bom projecto é, eu gostaria que os ignorantes reconhecessem que é um bom projecto num lugar onde tínhamos boas fontes de riqueza, e gostaria que o sr Jurista como cidadão nacional fize-se a mesma escrita sobre a sujeira que está no nosso mercado municipal e arredores e referir a principal instituição responsável.

  29. Fuba Cu Biçu

    10 de Junho de 2014 as 19:41

    É a segunda vez que participo neste tema. A corrupção é como uma estrada de dois sentidos como disse presidente do FMI. Será que os dirigentes de STP têm consciências dos males que estão a fazer? A cidade de STP precisa de um levantamento urbanístico que permita o poder local ou seja – Câmara municipal ter o poder de decisão; caso contrario estamos a enganar a nos mesmos. Temos que acabar com construções anárquicas, temos que acabar com quioscada, temos que acabar mercearia no mercado, temos que acabar com talho ao ar livre, Descentralizar o comércio – grosso do retalho. Se e que o objectivo da luta é conquista do poder, a colonização durou 504 anos, as gerações do presente vão terq

  30. Jorge Bravo

    11 de Junho de 2014 as 10:00

    Estamos em S.Tomé e tudo é possível fico sem saber quem tem rezão.

  31. PLOCÔ MANJÓCA

    11 de Junho de 2014 as 16:05

    Penso que o problema não está apenas na preservação do espaço verde da cidade bem como do património que pode até dizer-se histórico,neste caso o balneário que deve ter para aí cerca de uma centena de anos, que não devemos descorar a sua importância, mas também na forma como foi a concessão(venda) do espaço. Pois afinal de contas não se trata de propriedade privada de ninguém!! É um espaço público, pertença do estado, portanto a ser vendido se é que foi, há que se saber em que moldes foi, se se obedeceu ou não aos princípios básicos que regem a venda ou concessão de bens públicos, se forem feitos estudos, se houve ou não envolvimento das instituições competentes, se foram feitos estudos prévios do local, se foi vendido, onde é que está o dinheiro!! Pois que há informações que políticos, filhos de políticos enfim, estiveram no local a fazer, não se sabe o quê… e tudo isso é muito grave num estado de direito democrático. É o governo que tem a competência de gerir e bem todos os assuntos do estado e não pessoas alheias e apenas interessadas ao enriquecimento rápido, a custa do bem comum.

  32. kuaNon

    14 de Junho de 2014 as 11:17

    Meus senhores…
    Nós sabemos exactamente oque está por de trás de tudo isso. Pelos vistos os nossos representantes já não querem saber de nós. Estão pura e simplesmente preocupados com os seus bolsos. Já não há políticos sérios. Ora vejamos:
    1- Tamos a defender o balneário que não existe e já não existiu faz tempo.
    2- Segundo o relatório do Bano convincente (no meu ponto de vista), faz tempo que estão a tentar construir qualquer ou muita coisa naquele local.
    3- Se os responsáveis da construção do centro comercial tivessem dado algum dinheirinho ao menino Kiney, ele estaria 100% de acordo com as obras, pelos visto ele não esta interessado com oque vai se construir mas sim quanto e que ele vai ganhar com a construção.
    4- Temos que lembrar no passado recente, perdeu-se uma grande obra que era para fazermos a nova estrada da cidade ate Porto Alegre, que não foi aceite porque não constava no orçamento geral do estado o F. Menezes fez de tudo para que isso acontecesse mas os nossos corruptos não aceitaram.
    5- O centro comercial é de grande valia para o nosso País, Tera com certeza as casas de banho ate com melhores condições já que tamos a falar dos balneários e os Chineses nunca levara-o para China.
    Peço ao Governo que tome conta deste grande processo e que pergunte ao povo qual seria a melhor opção para STP.

  33. António Menezes

    15 de Junho de 2014 as 18:22

    Muito bonito, meus senhores. Quem afinal está a defender os nossos bens, em STP? Duvido que alguém esteja a fazer isso. Vamos ver o que cada um desses defensores fazem nas empresas que defendem e que empresas? Façam uma investigação e vocês vão ver.
    Muitos desses ilustres senhores, defendem as empresas que só fazem coisas, só em STP…

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