Política

Reacção do Ministério das Infra-estruturas ao artigo “As crianças num infantário” de Adelino Cassandra

A reacção do Ministério das Infra-estruturas e Recursos Naturais tem 5 páginas, e apresenta explicações detalhadas sobre a problemática levantada pelo articulista Adelino Cassandra.

A reacção do Ministério das Infra-estruturas e Recursos Naturais é apresentada em formato PDF. Para ter acesso ao seu conteúdo o leitor deve clicar no documento seguinte –  Resposta ao artigo Crinaças num Infantário

    5 comentários

5 comentários

  1. Curioso

    1 de Julho de 2021 as 2:37

    Perdoem a minha ignorância, não sou Engenheiro de energia, sou apenas um curioso de temas que envolvam eletricidade, mecânica, construção, etc, e se bem entendi nestas explicações, o investimento solicitado pelo Ministério ou o que foi proposto pelo investidor foi um sistema de geração de energia solar com baterias para armazenamento dessa mesma energia.

    Pelo que sei, lá fora as centrais solares começam a ser muito competitivas em preço de geração mas descarregam a energia diretamente na rede, que a consome ou absorve automaticamente, ou seja, não há armazenagem da energia gerada. Pelo que li no comunicado do Ministério, a potência da central no Príncipe seria de 4,5 MW com uma capacidade de armazenagem de 3,5 MW o que para mim significa que tem que ter baterias com capacidade de armazenar quase 80% da potência da geração, pelo que não tenho dúvidas que o custo dessas baterias é enorme e quase que me atrevo a dizer que esse armazenamento deve custar tanto ou mais do que a geração, porque um painel solar tem um tempo de vida muito maior do que uma bateria, presumo que as baterias tenham que ser substituídas várias vezes, etc. Isto para já não falar em aspetos que os especialistas sabem bem melhor do que eu, como as percas de energia associadas a baterias, equipamento necessários para a regulação da energia, etc.

    Em conclusão e utilizando uma figura de retórica, parece-me que o jornalista falou num assunto envolvendo vinho e o ministério respondeu a dizer que lhe ofereceram água mais barata, sei que ambos matam a sede, mas seria bom que este assunto fosse mais bem esclarecido.

  2. Vigilante da Grota

    1 de Julho de 2021 as 9:28

    Foi interessante essa recação em forma de esclarecimento.
    Na verdade muitos “quadros” arrumados em “Zés Sabem-Tudo”, de longe fazem ponto de mira para matar o elefante, mas a imagem para a qual pretendem atirar nem sempre pode ser o elefante, mas sim a imagem de uma formiga ampliada.
    Ou seja, este esclarecimento veio dizer claramente que o Governo se acautelou, como é o seu dever, e evitou que no futuro nós do principe pudessemos ficar mais lezados em termos de pagamento de cstos de energia comparativamente com os compatriotas de S.Tomé.
    o Governo, neste caso, Governo Central, também não fez mais do que sua obrigação.
    Entendo no entanto que uns e outros queriam que a coisa avançasse a qualquer custo, mesmo penalizando o Príncipe, porque muitos compromissos e comprometimentos foram feitos, engajamentos assumidos e mais coisas que um dia virão a baila.

  3. Matabala

    1 de Julho de 2021 as 10:32

    Li e não me convenceu a justificação do Ministro. Pois então se todos os estudos de viabilidade já estavam feitos e se os contractos já estavam assinados entre partes significa que foi com concordância governamental todos os items/detalhes acerca da construção da infraestrutura, despesas associadas e orçamentadas e o seu tarifário , logo este volte face e pedido de renegociacao quer do projecto, quer do orçamento ou tarifário cheira a esturro…da ideia que as contrapartidas não foram foi do agrado deste Governo/Ministro isso sim…
    Penso que não será conhecido pelo herói que impediu o sobrefacturamento ao povo do Principe pela energia mas sim por ter sido mais um vilão que fez arrumar na gaveta um projecto muito importante para a liberalização do sector energético. Começaria no Príncipe e seguramente no futuro viria para São Tomé também. Depois da infraestruturas feita e da coisa estar a funcionar mais tarde podiam renegociar tarifa. Assim senhor ministro foi só mais um empata como todos os outros governante no passado que nem faz nem deixa fazer…mais 10 anos para novos estudos, projectos e proposta de outras empresas e assim vamos andando. Anti patriotas é o que vocês todos são.

  4. Sem assunto

    1 de Julho de 2021 as 17:17

    És um pata f.das Osvaldo Abreu, não f**des nem deixas os outros f**derem.
    Antipatriota e oportunista é o que tu és, hás de sucumbir sem seres lembrado, tu e todos os políticos/governantes maus desta terra.

  5. Tony

    2 de Julho de 2021 as 10:53

    Para mim o problema foi que não havia comissões, não podiam mamar !!

    Agora daqui a 50 anos… se calhar o problema de energia ficará resolvido !!!

    É sempre assim em STP, não há guito á parte nada anda

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