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12 pessoas desaparecidas no mar

É o balanço das últimas horas no mar territorial de São Tomé. A embarcação “Tropical” que liga as duas ilhas, teve uma avaria no motor e despereceu quando se encontrava a 20 milhas da ilha de São Tomé, no trajecto de regresso da ilha do Príncipe.

Os 8 tripulantes e a embarcação estão em parte incerta no alto mar. Segundo apurou o Téla Nón, a forte corrente marítima que se registava na última terça – feira, terá levado o barco a deriva para algum ponto ainda desconhecido.

Outros 4 pescadores também estão dados como desperecidos desde a última semana. 2 são da Vila de Pantufo. São já idosos e foram pescar a pouca distância da costa. Certo é que desapareceram no mar, desde a semana passada, e até agora não foram encontrados.

Outros 2 pescadores desapareceram durante a faina na zona sul da ilha de São Tomé. Residem na zona de Santo Amaro no norte da ilha de São Tomé.

Na capitania dos portos, o Téla Nón apurou que as autoridades são-tomenses já informaram os países vizinhos sobre o desaparecimento dos pescadores e do navio Tropical mais a sua tripulação.

O centro de vigilância marítima do Gana, já lançou um SOS a todas as embarcações que circulam na região do Golfo da Guiné no sentido de dar socorro aos 12 cidadãos são-tomenses, casos os encontrem no alto mar.

Abel Veiga

    2 comentários

2 comentários

  1. Ermelindo

    19 de Junho de 2015 as 17:29

    felicitaçoes as autoridades governamentais africana que se ocupam aos cuidados e proteçao da regiao do Golfo da Guiné e que se poseram despostos a ajudarem aos Santomenses, vitimas de desapariçao a nivel maritmo, frutos de fortes correntes de aguas marinas, desejos pessoal e especialmente aos sujeitos de que sejam encontrados, fazendo, com seus regressos, aliviar as afliçoes das suas familias, que presumo ser grandes!!! Coragem e fé faz do homem, um valente!!!

  2. Estrangeiro

    22 de Junho de 2015 as 11:43

    A verdade é, que todos este pequenos barcos que navegam entre São Tomé e Príncipe são extremamente perigosos e não correspondem minimamente aos riscos de uma travessia de Oceano aberto de 130 km ou mais. Seria uma das primeiras obrigações de um estado de ilhas criar condições para viajar entre as duas ilhas que dão o nome ao País. A única tentativa (o navio comprado na Espanha) fracassou totalmente.

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