Sociedade

CKADO justifica despedimento massivo em São Tomé com crise financeira

A administração do super mercado CKADO, justificou o despedimento de 23 trabalhadores como sendo consequência « da situação da Covid-19, tanto aqui como na nossa sede no Gabão», afirmou António Serra director geral do CKADO.

Segundo o director geral, na sede do grupo CKADO em Libreville Gabão, várias lojas foram fechadas em consequência da crise de rendimentos provocada pela Covid-19.

A Administração da empresa explicou que as negociações com os trabalhadores a serem despedidos iniciaram há mais de 60 dias.

António Serra acrescentou que as negociações com os trabalhadores foi mediada pelo Director da Inspecção do Trabalho.

« Mas as pessoas vão ser indemnizadas com base na lei. Todos os trâmites legais estão a ser cumpridos», assegurou o Director Geral do CKADO.

No entanto a ONTSTEP-Central Sindical, em representação dos trabalhadores despedidos, discorda e garante que a administração do CKADO  agiu à margem das leis.

Abel Veiga

    7 comentários

7 comentários

  1. Zagaia

    20 de Março de 2021 as 11:49

    “No entanto a ONTSTEP-Central Sindical, em representação dos trabalhadores despedidos, discorda e garante que a administração do CKADO agiu à margem das leis.”
    Como é que a administração do CKADO agiu á margem das leis? Tem que fundamentar a afirmação para os leitores de TÉLA NÓN, entendam!!!

  2. SEMPRE AMIGO

    20 de Março de 2021 as 12:44

    É habitual e repetitivo ouvir-se propagar, há já décadas,nos discursos da classe política em geral e sobretudo dos partidos políticos concorrentes ao poder, que o sector privado é a principal alavanca da economia.Tudo bem!No entanto até a data não são conhecidas as medidas tomadas pelo Estado para assegurar apoios adequados ás empresas privadas .As mesmas, sobretudo as nacionais que se encontram há tempos mergulhados na falência , vêm-se confrontados com as exigências salariais dos trabalhadores e a incompreensível preção do Ministério do Trabalho. Com a covid-19 a maior parte das empresas nacionais estão condenadas ao desaparecimento.Neste momento, sobretudo no sector comercial, são as empresas estrangeiras é que estão ainda a aguentar. Vamos a ver, esperançosos,o que fará o Governo actual.

  3. Matabala

    20 de Março de 2021 as 19:03

    Bom vamos ver: ninguém é obrigado a aceitar ficar com trabalhadores que já não quer sejam por razões de baixa de clientes no negócio para suportar salários ou por outros motivos (remodelação de equipa). Apenas tem de pagar todos os direitos que lhes são devidos…Se o administrador admite que vai pagar as justas indemnizações isto é um Não Assunto…

  4. Credo

    21 de Março de 2021 as 6:56

    Essas coisas de despedimentos existem até nos países mais avançados sobretudo neste momento de crise. Agora se a empresa vai pagar indemnização não vejo isso como um problema.
    O que acho problema é um médico recusar fazer exame de uma criança que foi vítima de abuso sexual e depois disso nem sequer é responsabilizado.
    País de brincadeira.

  5. Jorge D'Alva

    21 de Março de 2021 as 19:15

    CKDO não é uma empresa turistica. Ela é uma empresa comercial. Por tanto o CKDO em S.Tomé não tem sofrido tantos prejuízos que justificam desempregar 23 pessoas. Esta loja está sempre cheia e na época de Covid extremo ela vendia de tudo inclusive com regras que pessoas não podiam levar muita água, não podiam levar muito leite etc. etc. Onde está a baixa de preço ou falta de cliente.
    O problema é que têm um advogado politico, dirigente no poder e estão a aproveitar para fazerem das suas, porque estão com costas largas. Se o CKDO tem problemas em Libreville, os trabalhadores santomenses não têm que pagar. O Senhor Posser advogado de todas as empresas estrangeiras em S.Tomé, CKDO, Satocao, Agripalmma etc. etc. é um carrasco dos trabalhadores santomenses. É um carrasco do Povo. Por isso, vamos todos unir para manifestar o nosso repúdio a este carrasco nas próximas eleições. Ele vai pagar por todo o mal causado a este povo. O povo Unido jamás será vencido.

  6. José António

    21 de Março de 2021 as 19:23

    Como é possivel termos um Governo que não vela pela sua população. Como é possivel assistir sem reagir a vingança sobre os trabalhadores e sobre as pessoas.
    Também este Governo não existe mesmo.
    O homem cometeu o crime, cortando a mulher a cara com manchim, e dando vários golpes de manchim na senhora e o mesmo individuo se encontra em liberdade nas barbas do governo. Dizem que o homem está fugido. Mas é uma história. O homem é militante dos partido no poder e não querem prendê-lo. O país tem exercito, cheios de coroneis, tenentes coroneis e até brigadeiro, tem tropas de intervenção rápida, tem policias, tem guardas dos dirigentes etc. etc. e todas juntos não conseguem prender um homem que praticamente assassinou uma mulher? Não que reme prende-lo por ser camarada.
    Cabe ao povo vingar nas próximas eleições, que é a única arma que tem nas suas mão.
    Força meu povo

    • Chicão da Mina

      22 de Março de 2021 as 14:28

      Oh josé António, a notícia é por causa do CKADO. Não tem de colocar sobre homicídio

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