Sociedade

Vacinação tem que ser uma ordem em STP para evitar a variante Omicron do coronavirus

O Ministro da Saúde Edgar Neves, defendeu que a vacinação massiva da população deve se transformar numa ordem para prevenir o contágio pela nova variante da COVID-19, o Omicron.

O ministro da saúde defendeu a imposição de uma ordem para todos vacinarem, após a reunião de urgência do Comité de concertação de luta contra a Covid-19. O governo convocou a reunião de urgência exactamente para analisar com os demais parceiros internacionais, principalmente a OMS, o ponto da situação da nova variante, e as medidas a adoptar.

«O importa aqui é estarmos preparados..», declarou o ministro da saúde.

A mutação dos vírus que provoca a Covid-19, é algo incontrolável, alertou o ministro da saúde, que indicou as 4 medidas básicas que devem ser mantidas para evitar o contágio.

«O uso de máscaras, o distanciamento, a higienização, e a quarta que é a última, mas hoje é a mais importante, é a vacinação», precisou Edgar Neves.

Para o ministro da saúde vacinar contra a Covid-19 deve se transformar numa ordem em São Tomé e Príncipe.

«Queremos é fazer mais do que um apelo. Tem que ser como se fosse, ordenar para que todos nos vacinemos. ..Temos vacinas, temos vacinadores, temos gente disponível…portanto temos que rapidamente vacinar…isto não é pedir as pessoas…é uma ordem, temos que vacinar», afirmou.

Na defesa da vacinação como uma ordem, o ministro da Saúde acrescentou que «temos que cobrir a nossa população o mais rápido possível. Temos que empurrar isso, no sentido de podermos vacinar o maior número de pessoas até o fim do ano», concluiu.

Annie Ancia, representante da OMS em São Tomé e Príncipe, também marcou presença na reunião de urgência. Para a OMS a nova variante da Covid-19, Omicrom exige que o mundo reaja com calma.

Segundo Annie Ancia, as decisões devem ser tomadas com base nas evidências científicas. «Esta variante está em fase de estudo. Não há evidências científicas de que esta variante tenha uma transmissibilidade mais alta, ou que é mais severa», explicou a representante da OMS.

A OMS considera que São Tomé e Príncipe é um país de sorte, por ter já instalado capacidades técnicas que permitem fazer a sequenciação gnómica do vírus Sars-cov-2.  Procedimento que permite diagnosticar as variantes do vírus.

«Neste momento temos uma especialista internacional presente a trabalhar com o laboratório nacional sobre este assunto…», pontuou Annie Ancia.

Desta forma o laboratório nacional de referência tem capacidades para diagnosticar qualquer caso da variante Omicron, caso ela apareça no país.

Abel Veiga

    5 comentários

5 comentários

  1. Cobra+branca

    3 de Dezembro de 2021 as 10:01

    A Omicron é mais leve que as outras variantes e a vacina nao serve com Omicron. Infesta mais mas é menos agressiva. Vacina obrigatoria nao.

  2. Dá para rir

    3 de Dezembro de 2021 as 10:46

    Ordenar as pessoas para se vacinarem?
    O shr está mesmo com o ar de ditador. Vai amarrar as pessoas para espetarem as agulhas? Quer imitar a Europa e sem condições? Trata primeiro do hospital com a falta de água, medicamentos e melhor cuidado aos pacientes.

    • Fabio Soares

      3 de Dezembro de 2021 as 16:35

      Concordo ctg, esses bandos de governantes tentam copiar a Europa mas sao bandos de palermas.

  3. Cupertino Silva

    3 de Dezembro de 2021 as 10:46

    Sim concordo. Mesmo se for preciso borracha, deve-se dar

  4. Lucas

    3 de Dezembro de 2021 as 16:58

    Hó doutor presidente excelência o hospital não tem água
    Quem nos ajuda?
    Será que tem de vir da eurropa um mamarracho ou trolha ou canalizador ou pedreiro que aqui não tem?

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