Sociedade

Fundo Global para o ambiente financia novo projeto de restauração de ecossistemas para maior biodiversidade

O fundo global para o ambiente vai financiar em S. Tomé e Príncipe o novo projeto de restauração de ecossistemas para maior biodiversidade. Concebido para cinco anos, o projecto virado também para paisagens produtivas e meios de subsistência sustentáveis está avaliado em cerca de 5 milhões de dólares.

A garantia foi dada pela ministra do ambiente.

«O novo projeto irá permitir consolidar os resultados já obtidos em matéria de restauração florestal e paisagística do país, bem com desenvolver ações de restauração em áreas não intervencionadas» – disse Nilda da Mata.

Segundo ainda a governante «o governo definiu para os próximos cinco anos a restauração das florestas e paisagens como uma prioridade estratégica, em paralelo com o combate ao abate ilegal e indiscriminado de árvores através de medidas de recuperação de áreas degradadas e com ações específicas inseridas no plano nacional de restauração florestal e paisagística».

Os cinco milhões de dólares disponibilizados pelo fundo global do ambiente, serão geridos pela AFAP, a agência fiduciária de administração de projetos. A execução estará a cargo da FAO, a organização das nações unidas para a agricultura e alimentação em parceria com a direção das florestas e biodiversidade.

José Bouças

1 Comment

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  1. Jorge Semeado

    25 de Julho de 2024 at 16:37

    Queremos autosuficiência em energias limpas, já para diminuir o abate de árvores para o fabrico de carvão e e lenhas para cozinha. Com autosuficiência em energias limpas o comércio de fogões eléctricos florescerá e o estado ficará a ganhar em várias dimensões:
    1. A importação e o comércio de fogões eléctricos florescerá e o estado ganhará com taxas das suas importações, o IVA das suas vendas e consumo de energia pelo seu uso;
    2. A importação e comércio de frigoríficos e arcas florescerá e o Estado ganhará em várias dimensões, nomeadamente: em taxas de suas importações, com o IVA das suas vendas e com custo de energia nos seus usos;
    3. O mesmo para o uso massivo de electrodomésticos e não só: ventoinhas. Lâmpadas, máquinas de café, micro-ondas, máquinas de lavar, ferros de engomar, ar condicionados, aparelhos de som etc, etc.
    Após a autosuficiência em energias renováveis com a consequente massificação de usos dos electrodomésticos, cobranças ininterrupta dos serviços, aí sim o Estado poderá com recursos próprios resolver esses paliativos de desflorestação e outros não prioritários.
    A minha sugestão e negociar com o Fundo Global, o uso total e imediato destes 5 milhões de dólares na instalação de 5 Megawatts de energia solar na rede eléctrica nacional para poupar nos os dólares desperdiçados anualmente em importação de combustível para geração de energia térmica. É muito dinheiro. Após a instalação destes 5 Megawatts de energia limpa com os 5 milhões do Fundo Global, o dinheiro poupado (1 milhão de dólares por ano) poderá ser devolvido ao Fundo Global para implementação do seu projecto paliativo contra a desflorestação. Este é o meu conselho ao Governo de STP e ao Fundo Global, se de facto quiserem tirar STP do poço onde se encontra. Se não quiserem acatar o meu conselho, ficarei no meu cantinho a sofrer pelo estado lastimável em que STP está e com tantas soluções a mão de semear, mas os dirigentes nada fazem. Dirigentes cabeça água-água.

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