Sociedade

Justiça ambiental: um compromisso coletivo pelo futuro de São Tomé e Príncipe

 A Associação São-Tomense de Mulheres Juristas reafirmou o compromisso na promoção de um ambiente saudável em São Tomé e Príncipe.

Durante o Congresso Internacional sobre Justiça, Meio Ambiente e Direitos Humanos, que terminou esta quarta-feira no arquipélago, a associação assinou um protocolo de colaboração com o Estado São-tomense que visa promover ações conjuntas em defesa do meio ambiente e dos direitos humanos.

Com o acordo, a Associação Santomense de Mulheres Juristas compromete-se a trabalhar lado a lado com o Estado Santomense na implementação de medidas que assegurem o direito de todos a um ambiente saudável em São Tomé e Príncipe.

Quando o Ministério do Ambiente precisar da nossa ajuda para esclarecer determinados documentos, podemos apoiar. Podemos também contribuir na elaboração de legislação ambiental e nas diversas atividades que o Ministério do Ambiente desenvolve, utilizando nossa expertise” – assegurou Vera Cravid, Presidente da Associação.

A Ministra do Ambiente destacou que a justiça ambiental transcende a simples conservação da natureza, afirmando que é uma responsabilidade coletiva que exige o envolvimento de todos.

A justiça ambiental não se resume à conservação da natureza, mas também à garantia de que todos, independentemente de sua classe social, raça, género ou origem, tenham acesso a um ambiente saudável e possam usufruí-lo com dignidade.”

Nilda da Mata enalteceu a responsabilidade assumida pela associação santomense de mulheres juristas na luta por um ambiente saudável em S. Tomé e Príncipe.

Assinamos este protocolo de colaboração como um exemplo de compromisso e contribuição que promove a proteção ambiental e a justiça social.”

A proteção ambiental como garantia dos direitos humanos, a relação entre as mulheres e o meio ambiente foram os temas centrais do debate que seguiu à assinatura do protocolo, marcando o segundo e último dia do Congresso Internacional sobre Justiça, Meio Ambiente e Direitos Humanos.

José Bouças

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