O Governo de São Tomé e Príncipe manifestou-se aliviado pelo facto do temporal do passado dia 3 de abril não ter provocado vítimas humanas.
«Sobre o temporal que ocorrido na noite da quinta-feira, 3 de Abril de 2025, enquanto decorria a reunião do Conselho de Ministros, os relatos preliminares do Serviço de Protecção e Civil e Bombeiros e do Hospital Ayres de Menezes não indicam a perda de qualquer vida humana, apesar de inúmeros danos materiais», refere o comunicado do conselho de ministros.

Face aos prejuízos avultados no seio das famílias santomenses, o executivo promete apoiar sem deixar ninguém para trás «pós à elaboração do relatório definitivo na medida das possibilidades do país, o Conselho de Ministros autorizará a atribuição da ajuda possível a todos os sinistrados, sem deixar ninguém para trás».
As 13 famílias que habitavam na Caserna da roça Pinheira, também estão na preocupação do governo.
«O Conselho de Ministros destaca a solidariedade comunitária e familiar que permitiu acolher 7 (sete) famílias», precisa o conselho de ministros.
O executivo santomense projecta ajuda solidária para as famílias que perderam o tecto na roça Pinheira.
«Considerando a proposta da autarquia local e demais alternativas analisadas, foi aprovada a solução mais viável a ser implementada pelos Ministros da Agricultura e das Infraestruturas, e que abrange todas as famílias afectadas, incluindo as 6 (seis) que estão em situação mais difícil», frisa o comunicado do conselho de ministros.

Campos agrícolas destruídos, sistemas electricos danificados, estradas cortadas por causa da queda de árvores, são marcas deixadas pelo temporal que aconteceu na ilha de São Tomé, no final de Março e no início de Abril.
Abel Veiga