Diagnóstico do vírus Influenza e todos os outros vírus da gripe, é a nova capacidade adquirida pelo Laboratório Nacional de Saúde, após a recepção de um lote de equipamentos ofertados pela OMS.
«Vai nos permitir implementar o programa “vigilância sentinela” da gripe, principalmente o vírus influenza», garantiu Yardilene Sequeira, a coordenadora do laboratório Nacional de Referência.
O programa “Vigilância Sentinela” ganha força numa altura em que o vírus Influenza é presente em São Tomé e Príncipe.
«Há grande suspeita, há alguma certeza. Por isso a necessidade de implementar esta vigilância para mostrarmos continuamente essa patologia, que é a gripe influenza», frisou.

A OMS contribui para que o laboratório nacional seja uma mais-valia em matéria de saúde pública.
Cada vez mais polivalente, o laboratório nacional de referência, dá resposta em termos de diagnóstico a uma ampla gama de patologias, nomeadamente a Tuberculose, a SIDA, a Dengue, sem esquecer da COVID. O apoio material da OMS alarga as competências para novas investigações laboratoriais.
«Estamos a realizar neste momento, culturas para a água residual a nível nacional, e a melhorar a capacidade do laboratório para elevar o nível de biossegurança. O que permitirá ao laboratório responder a qualquer tipo de evento de saúde pública a nível nacional», concluiu Yardilene Sequeira.
As novas capacidades instaladas no laboratório nacional de referência, libertam o país da necessidade de enviar amostras para os laboratórios sejam da sub-região africana como da Europa para efeitos de diagnóstico.
O Laboratório Nacional de Referência foi criado e estruturado no quadro da cooperação com o Brasil no domínio da saúde. A primeira patologia alvo foi a Tuberculose.
Abel Veiga