Teve início em São Tomé e Príncipe uma nova campanha de vacinação, no âmbito da Semana Africana de Vacinação, que decorre de 21 de abril a 2 de maio. A prioridade vai para as crianças dos zero aos cinco anos, garantindo-lhes proteção contra várias doenças.
“As vacinas incluídas na nossa rotina são fundamentais para a prevenção de doenças como tuberculose, poliomielite, diarreia, pneumonia, meningite e cancro do colo do útero. São essas vacinas que estarão disponíveis no terreno”, anunciou Solange Barros, Coordenadora do Programa Alargado de Vacinação.
O Programa aproveita este período para imunizar meninas de 10 anos contra o cancro do colo do útero, além da vacinação contra o sarampo.
“Estamos também a lançar uma campanha de vacinação contra o sarampo, abrangendo crianças e adolescentes até aos 15 anos de idade. Esta iniciativa visa reforçar a imunização e garantir maior proteção contra a doença.”
São Tomé e Príncipe continua a destacar-se entre os Estados da África Subsaariana pela elevada cobertura vacinal. Até agora, as vacinas têm sido fornecidas com o apoio da GAVI.
A partir de 2031, com a transição para o estatuto de país de rendimento médio, São Tomé e Príncipe passará a financiar integralmente a aquisição das vacinas.
José Bouças
Vanilson Santos
23 de Abril de 2025 at 12:42
Muito bonita essa campanha de vacinação em São Tomé — crianças protegidas, futuro garantido, tudo no seu lugar… faltava agora era uma vacina nova: uma dose bem carregada contra a corrupção política e a pedofilia judicial! Porque enquanto os meninos levam picada no braço, há marmanjos de fato e toga a circular pelo sistema com vírus muito mais letais do que o sarampo.
Vacina obrigatória para políticos com tendência cleptomaníaca:
Sintomas comuns: discurso bonito em público, mãos leves nos fundos públicos, e alergia à transparência.
Tratamento: dose reforçada de integridade, seguida de internamento preventivo na cadeia de Trindade.
E para os pedófilos infiltrados na Justiça:
Esses então precisam dum booster vitalício, porque são o pior tipo de vírus: aqueles que se escondem atrás da lei, da toga e do silêncio institucional. Protegem-se uns aos outros com condecorações, transferências e “processos em segredo de justiça” que nunca dão em nada.
Se há vacina contra a meningite, já era tempo de haver uma contra a meningite moral que tomou conta de certos tribunais e gabinetes ministeriais.
E depois ainda querem que o povo confie no Estado?
O cidadão é vacinado desde bebé, mas o sistema continua infetado desde o topo. O povo toma vacinas, mas o poder continua a espalhar doenças: impunidade, abuso, desconfiança.
Clermont Ferrand
24 de Abril de 2025 at 12:03
Este excelente texto do Vanilson Santos está muito bem redigido, onde ele expõe com muita verdade e transparência, de modo figurativo,a situação política caótica de STP…só podia ser ele, herdeiro de génes de uma inteligência fora de comum,a da nossa amada,saudosa e excepcional Alda Melo, jurista fora de comum, MULHER competente, batalhadora, distinta, humana, educada…que muita falta deixou na sociedade são-tomense, ela nos deixou precocemente e sentimos muito a sua falta GRANDE ALDA MELO, espôsa do nosso discreto, homem digno e de bem TOMÉ SANTOS.
Que Deus te abençoe, jovem Vani.