Opinião

O Naufrágio do Estado

O naufrágio do navio “Anfitriti” e, posteriormente, os episódios relacionados com a gestão da tragédia que tal facto provocou, refletem, de uma forma simbólica, o estado do nosso Estado.

Tudo o que, aparentemente, não deveria acontecer, neste naufrágio, acabou por acontecer, como, aliás, já tinha acontecido, anteriormente, por sete vezes. Todas as evidências, momentâneas e anteriores, relacionados com este ciclo de tragédias, convergem para a situação de autêntico caos em que se instalou o nosso Estado.

Em primeiro lugar, negligenciou-se, ou, pior ainda, nunca existiu, recomendações decorrentes de inquéritos realizados aos naufrágios anteriores que deveriam servir como receituário para minimizar a eventual ocorrência de posteriores tragédias, como esta, que acabou por acontecer. Tudo se manteve como dantes, desde a ocorrência do primeiro naufrágio. Nada mudou do ponto de vista institucional, organizacional e de gestão das estruturas que deveriam ter funções inspetivas e de monitorização de segurança relacionada com o transporte marítimo e dos portos no país, nem tão pouco as metodologias de trabalhos e ações que deveriam ter como finalidade a garantia de segurança no processo de carga e descarga dos referidos barcos, etc.

Só assim se compreende que não tenha existido um plano ou documento que certificasse, por escrito, com todo o rigor ou detalhe possível, a responsabilidade dos agentes ou entidades envolvidas neste processo, onde estivesse contemplado, os procedimentos seguidos pelo comandante do navio e representante do IMAP, por exemplo, sobre todo o conteúdo, quantidade de carga e distribuição da mesma no navio, o número de passageiros a transportar, o procedimento seguido em todo o processo de carregamento do navio, etc. Nada disto se constatou e, até, a coisa mais simples deste processo, que deveria ser a fidelidade da lista dos passageiros transportados pelo referido navio, de S.Tomé em direção ao Príncipe, parece estar coberta de grande nebulosidade, provocando grande complicação e dúvidas, posteriormente, no processo relacionado com buscas, salvamento e controlo rigoroso do número de sobreviventes e mortos na referida tragédia, proporcionado caos e imprudência, no contexto comunicativo, nacional e internacional, com todas consequências negativas para a imagem do país.

Um país, com instituições neste domínio, que nem sequer conseguem garantir, com algum rigor, às entidades de busca e salvamento e ao público em geral, o número real de passageiros transportados no referido barco, é um país que se caminha, perigosamente para o naufrágio.

Ou seja, como se faz sempre em S.Tomé e Príncipe, não se aprende com os erros e, até, parece, que os erros criam condições perfeitas para a sua reprodução no futuro.

Em segundo lugar, tendo o país uma configuração arquipelágica, constituído por duas ilhas, apenas, e alguns ilhéus, é difícil compreender que, 40 anos após a independência nacional, nenhum dos governos centrais, se tenha lembrado desta nossa particular situação e, com tal, privilegiado nas suas opções políticas, a necessidade de implementar um plano de transporte inter-ilhas, contemplando os sectores marítimo e aéreo, sobretudo,  valorizador da capacidade de mobilização de pessoas e bens entre elas, da dinamização da economia regional e nacional e, consequentemente, do incremento da competitividade do nosso sector de turismo, melhoria do desempenho das empresas nacionais e regionais, da segurança das pessoas e, sobretudo, da qualidade de vida dos nossos cidadãos.

Deveria ser isto que qualquer partido responsável deveria incluir no seu plano de desenvolvimento estratégico para o país em detrimento de banalidades que só acrescentam dívidas e compromete o futuro das gerações vindouras.

Isto só não aconteceu, por uma opção patética de instinto hegemónico, por parte dos diversos governos centrais, desde a independência nacional, que teimavam em tratar o Príncipe, antes da implementação do Estatuto Político-Administrativo da Região Autónoma, da mesma forma que tratavam as outras regiões do país, coisa que nem no contexto colonial aconteceu.

A reforma administrativa do país, implementada pelo MLSTP, de formação de distritos, todos iguais em organização, estatuto e delegação de competências, é o paradigma deste desastre, que quase matou o Príncipe, por tentarem uniformizar aquilo que toda a gente via que é diferente.

O MLSTP sempre lidou mal com este problema, aliás, mesmo antes da independência nacional (lembram-se da Declaração de Princípios) e, creio, que, até hoje, ao contrário daquilo que existe nos outros partidos políticos, não se constata, claramente, nos documentos estruturantes deste partido (pelo menos naqueles que eu tive a oportunidade de consultar) nenhuma referência relativamente ao novo paradigma de organização política e administrativa do país, decorrente da aprovação do novo estatuto político-administrativo da região autónoma do Príncipe, para além de alusões vagas sobre a descentralização.

É óbvio que um partido político que sempre tratou o Príncipe desta forma nunca iria implementar um plano integrado de transporte inter-ilhas que consagrasse estes princípios que referenciei anteriormente, porque a sua ambição, desde a independência nacional, era uniformizar os distritos ou regiões do país tratando-as da mesma forma, independentemente das suas particularidades ou idiossincrasias.

Aliás, a forma como o atual governo central do MLSTP reagiu aos acontecimentos relacionados com o naufrágio de Anfitriti, sempre tarde, tendo marcado uma conferência de impressa para 17h:30  do referido dia, quando o naufrágio aconteceu logo pela manhã, e todos nós já sabíamos do referido facto, e, até, já decorria o processo de busca e salvamento de algumas vítimas, portando-se como quem não sabia de nada e não queria saber de nada, mais preocupado com  o processo de transferência de culpas para outrem em detrimento  da assunção das suas próprias responsabilidades neste âmbito, mantendo a capital do país em festa, durante mais um ou dois dias, na comemoração de um insólito mês da cultura, mesmo após a ocorrência da referida tragédia, é sinal de que vivemos num país cujas instituições caminham, perigosamente, para um naufrágio.

Em terceiro lugar, a postura do atual governo, que se autoproclamou reformista e diferente dos anteriores, e de outras instituições da república, neste processo de naufrágio do navio Anfitriti, denuncia muitas preocupações com o nosso futuro coletivo.

Tendo o senhor primeiro-ministro e o presidente da república chegados ao Príncipe e sendo confrontados com uma manifestação dos residentes e naturais da referida ilha, tendo como foco o naufrágio em causa, vi e ouvi, em direto, através de um vídeo que um dos presentes no aeroporto da ilha do Príncipe realizou, um dos mais prestigiados jornalistas da TVS afirmar, em jeito de reprimenda aos seus pares que acompanhavam a referida manifestação, que não ousassem afirmar ou considerar, na reportagem que faziam para os meios de comunicação que representavam, que tal propósito fosse conotado como uma “manifestação”.

Juro que fiquei embasbacado com esta atitude do referido jornalista.

Quem é jornalista em causa para tentar condicionar o trabalho dos seus pares, impedindo-os de chamar ou não aquela concentração de uma “manifestação”?

Quem lhe deu o direto de fazer isto aos seus pares?

Desde quando o estatuto deontológico da referida profissão pode facultar a um jornalista um poder tão grande de condicionar o direito de liberdade dos seus pares permitindo-lhes, objetivamente ou subjetivamente, a ocultação de informações sobre factos que cobrem e, consequentemente, privar a população de saber de forma concreta e verdadeira a cobertura do referido acontecimento?

Tal facto encerra, declaradamente, um ato de censura e/ou de autocensura porque aquele jornalista queria, com aquela ação, iludir ou privar os leitores, ouvintes ou telespetadores de dados relevantes relacionados com a manifestação de descontentamento da população local perante esta tragédia.

Ou seja, a sua ação, naquele momento, era, objetivamente, perante ordens superiores da tutela governamental, esconder a verdade.

É óbvio que se tratava de uma “manifestação” e o referido jornalista sabia perfeitamente disto porque ele sabe, como jornalista sénior que é, que uma manifestação, qualquer que ela seja, é um ato coletivo, constituído por um conjunto de pessoas, com o objetivo de expressarem uma opinião pública. Foi exatamente isto que aquelas pessoas estiveram a fazer no aeroporto do Príncipe e ouvi muitas delas expressarem o seu descontentamento perante tal tragédia.

E o mais extraordinário é que, naquela manifestação, ouvi um natural do Príncipe, em jeito de total revolta, declarar, clara e objetivamente, perante vários jornalistas, incluindo o da TVS, que, estando ele recentemente em S.Tomé, confrontou diretamente, em forma de aconselhamento ou chamada de atenção, o Diretor da IMAP, sobre as condições em que aquelas viagens de barco, entre as duas ilhas, eram efetuadas, tendo afirmando ao mesmo, que, mais tarde ou mais cedo, aquelas viagens, poderiam acabar em tragédia, como acabou por acontecer. O cidadão em causa, disse mais, aos referidos jornalistas, em tom de claro desafio, que, estes, se quisessem, poderiam confrontar o respetivo Diretor da IMAP com as suas declarações, caso tivessem dúvidas das veracidades das mesmas.

Este foi sem dúvidas um grande testemunho que qualquer jornalista deveria privilegiar, como assunto de maior interesse, para montar a sua reportagem ou notícia, tendo em conta o acontecimento do momento.

A pergunta que se coloca, então é: por que razão estas afirmações, tão graves, expressas por um cidadão idóneo, que, até, poderia ser usada, pelo ministério público, como meio probatório, para a descoberta da verdade, não passaram na TVS? A TVS está ao serviço do quê? É este o jornalismo ao serviço comprometido com a veracidade no relato dos factos, apuramento da realidade e sua divulgação rigorosa?

Esta postura dos referidos jornalistas só pode ter acontecido, por pressão governamental, a montante. Não creio que os jornalistas em causa tivessem tomado esta decisão, solitariamente, com medo de divulgação de factos que, até, poderia contribuir, negativamente, para a credibilização do seu trabalho.

E é incompreensível que tudo isto se tenha passado perante a ação de um governo que, através do senhor primeiro-ministro, nos garantiu, várias vezes, que faria diferente dos governos anteriores e, até, prometeu-nos que a sua principal função seria o aprofundamento da democracia no país. Começo a não ter respeito nenhum por estas pessoas.

Só espero, que, o ministério público, tendo declarado a abertura de um inquérito para apurar os factos relacionados com este naufrágio, vá até ao fim neste desiderato, até como forma de honrar as vítimas e seus familiares, cumprindo todas as formalidades relacionadas com o processo em causa, e aproveite esta ocasião para sugerir, em ofício público, a todos os cidadãos nacionais que têm alguma informação a declarar relacionada com o acontecimento em causa, mais ou menos longínqua, como é o caso daquele cidadão do Príncipe que referenciei anteriormente, que o deva fazer.

Acho, até, que o referido cidadão e outras pessoas, direta ou indiretamente envolvidas neste caso, devam disponibilizar-se, como assistentes no referido processo, para ajudar o ministério público a encontrar todas as provas e todos os indícios que poderão contribuir para demonstrar os factos e, eventualmente, responsabilizar os arguidos no referido processo.

Entendo, também, que se deva criar um fundo financeiro, com colaboração de cidadãos que queiram participar, (disponibilizo-me desde já como integrante) como forma de honrar as vítimas e mitigar as dores dos seus familiares, para eventual pagamento de advogados experientes, para que este processo não ganhe contornos idênticos aos anteriores, e o próprio Estado continue indefinidamente, neste autêntico ato, voluntário ou involuntário, de eliminação física de cidadãos, tendo em conta a sua crónica desorganização, desleixo e impunidade.

A cidadania não deve nem pode começar e terminar com a participação em atos eleitorais. Ela tem de estar ancorada, também, diariamente, na defesa de valores e princípios, nas questões relacionadas com a justiça, a solidariedade, a democracia, os direitos humanos, a ética, etc. Este é um exemplo flagrante que deveria contribuir para mobilizar as pessoas de todos os quadrantes, independentemente da sua filiação partidária, como contributo para acabar com a impunidade do próprio Estado. Não é todos os dias que morrem quase uma dezena de pessoas por negligência do próprio Estado e outras tantas encontram-se desaparecidas no referido naufrágio.

O atual governo já deu provas, mais do que suficientes, que não tem condições para mudar nada no país. Portanto, tudo vai ficar, durante os próximos quatro anos, como está ou pior, a não ser que aconteça algum “milagre”, coisa que eu não acredito que aconteça na política.

E para constatar tal facto basta ver a fragilidade que o senhor primeiro-ministro manifesta perante determinados lóbis que lhe impossibilita, até, o recurso ao ato e decisão mais nobre que qualquer primeiro-ministro nunca deveria abdicar, que é a escolha e demissão dos membros do seu gabinete em função dos objetivos de natureza política ou técnica pretendidos.

A senhora ministra do Comércio, Industria, Cultura e Turismo, por exemplo, apesar de andar a passear no referido governo toda a sua incompetência e falta de qualificação para a atividade em causa, nunca sairá do referido governo, apesar dos danos que tem provocado ao país, porque o “lóbi do arroz do Japão” nunca deixará que tal facto aconteça e isto implicaria, provavelmente, a queda do referido primeiro-ministro e do seu governo.

Consta, também, e não foi desmentido publicamente, que o Diretor da ENAPORT, terá declarado aos seus subordinados, com os quais mantém uma grande controvérsia nos referidos serviços, que ninguém lhe pode demitir das referidas funções porque se tal facto acontecer será sinónimo da “morte” do referido governo e do próprio primeiro-ministro.

Nestes dois casos, estamos perante um claro sinal da fragilidade deste primeiro-ministro e do seu governo que denuncia, também, a fragilidade do próprio Estado. Se o senhor primeiro-ministro dirige um governo que ele mesmo não tem poderes para demitir quaisquer ministros ou mesmo sancionar um Diretor de uma empresa estatal, por um eventual comportamento negligente ou prejudicial aos nossos interesses coletivos, perguntar-se-á, então, como é que ele pode dirigir a política do governo em causa, coordenar e orientar as ações dos ministros e o próprio funcionamento do governo?

A situação, infelizmente, ao contrário daquilo que a clientela e militância político-partidária crê, é muito complexa e o país está a passar por uma grave crise de autoridade, amarrado que está, o referido governo, de forma frágil, aos condicionalismos de uma coligação cujo objetivo é, unicamente, a distribuição de favores e lugares aos amigos e cumprimento de diretrizes de lóbis.

É, também, por isso, que o primeiro-ministro tem a necessidade frequente de clamar, desesperadamente, pelo combate à corrupção, em discursos oficiais, convencido que isto lhe acrescenta autoridade ou legitimidade, tendo ele, no próprio governo que dirige, situações complexas que indiciam falta de transparência, iniquidade, censura como prática política nos órgãos de comunicação social do Estado, falta de autoridade para tomar decisões, desleixos organizacionais, etc.

O senhor primeiro-ministro, com muita pena minha, comporta-se sistematicamente, nos seus discursos oficiais sobre a corrupção, como aquele fanfarão que, aparentemente, para testar a sua valentia perante o adversário potencialmente valioso, agarra um interlocutor mais próximo dele e grita “segurem-me senão eu mato-o”. É óbvio que as pessoas começam a perceber que esta simulação não é coisa para se levar a sério.

O acidente de Anfitriti decorre, também, da constatação do estado do nosso Estado que, para tal, todos estes fatores, anteriormente mencionados, têm contribuído.

Quando todos esperávamos estar diante de um verdadeiro governo reformador, com condições de introduzir reformas urgentes no país que permitissem organizar a nossa vida política, económica e social de modo a sairmos do buraco em que estamos, percebemos que estamos perante um governo sem autoridade nem condições para mudar nada e que, aparentemente, se prepara, por omissão, para levar o Estado para um autêntico naufrágio como aquele que aconteceu com o Anfitriti. É triste e medonho!

Adelino Cardoso Cassandra

    42 comentários

42 comentários

  1. mario mendes

    3 de Maio de 2019 as 16:27

    Esse primeiro já deu o que tinha para dar…está de tal forma manietado que jamais vai tomar qualquer decisão contra os camaradas….agora contra os de outros partidos terá toda a força e coragem……se alguém ainda acredita nesta governação estão totalmente enganados….esperam para ver…

    • Militante Antigo

      3 de Maio de 2019 as 23:50

      Olha, eu também já perdi toda a esperança, infelizmente. O homem é um pau mandado e não não tem condições de mandar em nada. Aquilo que este diretor da enaport disse é um insulto para o homem. Tenho muita pena dele mas tenho de concordar que o Jorge está numa situação muito triste para ele e para o partido. O partido neste momento não pode tomar nenhuma decisão para mudar esta país. Agora eu tenho que dar razão a algumas pessoas que diziam que esta coligação não era coisa boa e ainda por cima apanhou o Jorge que é uma pessoa boa demais e sem pulso os gajos estão a abusar da bondade dele. Só falta alguns destes senhores darem o Jorge bofetada em plena praça. É tudo muito triste. Veja só os disparates que esta ministra de comércio está a fazer com o problema do arroz, senhora insulta os colaboradores, faz confusão, diz uma coisa agora e logo a seguir diz outra. Assim mesmo ninguém pode tirar ela do governo porque é do Príncipe. O caminho que a coisa está a correr eu não sei se este governo chega ao fim de ano.

  2. Em Angola a assistir preocupado...

    3 de Maio de 2019 as 16:42

    Infelizmente já nos apercebemos que o governo está amarrado a alguma coisa pois o Primeiro Ministro nunca foi quem mandasse. Preocupa-me o facto de com todo esse desnorte e incompetência por parte de Jorge Bom Jesus que já demonstrou ser um pau mandado sem ideias para o partido e muito menos para o país. MLSTP tem que repensar bem a sua estrutura pois se este governo não chegar ao fim dificilmente se encontrará alguém para batalhas futuras, e aí será uma calamidade total.

  3. Windows 11

    3 de Maio de 2019 as 19:27

    O Primeiro Ministro Jorge bom Jesus esta condicionado pelo lobis e dinossauros do MLSTP e chantagem dos partidos que compõem esta solução do governo o pais vai ficar pior estão a limitar a aniquilar os adversários políticos e sambacar.

    • STP Terra linda e gente boa

      4 de Maio de 2019 as 20:35

      O menino Windows 11, me parece que já andou na antiga governação do ADI. Isto leva a crer que sabes onde está o PT. Olha que o ministério público está a procura dele. Conforme o Bush andava a procura de Ossama Bin Laiden. Kkkkkkk. Oh meus compatriotas, vamos ter pena desse povo que não tem nada para viver. A melhor coisa é procurar o interesse do povo de STP.

  4. Suite

    3 de Maio de 2019 as 19:38

    O Sr Adelino esta se tornar muito repetitivo no intento de ” queimar” a imagen do actual Governo e, principalmente, de seu Primeiro Ministro. O accidente de Anfitriti é maís uma mostra desta “obsessao política” sua. No seu comentario-opiniao política, nao se preocupa de factos como porque o Governo Regional nao consegueu resolver até hoje o problema da ligacao entre ilhas… e porque nao reivindicou os dois barcos que Patrice diz que resolveríam este problema. Adelino nem se refereu, falando do accidente de Nefirtriti, a que esses barcos que fazem a linhea entre ilhas nao pensam nos passageiros porque exploram sem remordimentos pessoas e negoceu; e, nesta exploracao, tambem participam as proprias autoridades e os donos dos barcos. Nao, Adelino nao se interesa por esas coisas. A Adelino lhe interesa soamente a sua obsesao: queimar o actual Goberno e a pessoa de seu Primeiro Ministro, e coincide nesto com os aliados da ultima campanha electoral no Principe. Sera apenas una obsessao o a defesa e búsqueda do “maís alemán”? Nao sera o novo projecto para as eleccoes presidenciais?

    • Seabra

      3 de Maio de 2019 as 21:50

      O Adelino Cassandra é um perigo para este governo. Ele e a sua família são da ala do corrupto ditador Patrice Trovoada, aliás, o irmão dele Tó Zé faz parte da continuação ( dos restos) do regime totalitário ADI. Este pessoal está empenhado a destabilizar o novo governo trabalhador, tendo o próprio presidente Evaristo Carvalho como a cabeça deste complô…agora vem este Adelino Cardoso Cassandra se meter.
      Nunca respondeu à minha pergunta sobre a sua militância como membro do ADI e a relação chegada que ele tem com o Patrice Trovoada. Toda a gente sabe mas eu queria saber tal dito por ele mesmo, pois que os seus artigos ambíguos dando a impressão que criticava o governo ditador do Patrice Trovoada. Hoje constatámos a posição dele ADI…pelo menos é pro Patrice Trovoada , sem a menor dúvida.
      Gente falsa, oportunista. ….

      • Amar o o que é nosso

        5 de Maio de 2019 as 15:40

        Humm que comentário mais idiota!! Se você critica A é pk vc é B???!!E se vc critica A e B, o que vc é? Deve se criticar para desenvolver e melhorar!

      • WXYZ

        5 de Maio de 2019 as 23:43

        Muita desonestidade por sua parte. Procure pensar em STP em primeiro lugar.

    • Púmbú

      3 de Maio de 2019 as 23:35

      Adelino tornou-se ainda mais astucioso.
      … No “bla bla bla” dele mostra que tem a solução para todos os problemas do nosso país mas no fundo é simplesmente mais um oprtunista.

    • selecionador para as eleições

      4 de Maio de 2019 as 9:50

      Acho que o pior burro e aquele que não quer ver; meus irmãos Santomenses e amigos do MLSTP em particular.A quando da ultima eleição legislativa, em que todos Santomenses colocaram esperanças numa mudança verdadeira e numa liberdade e união para com todos os Santomenses, de certeza que não estávamos a espera de ver o que se esta a passar hoje e agora.
      Reclamávamos que a comunicação social estava ao serviço do Patrice Trovoada, hoje a comunicação social já e livre? Acho que não, penso que até piorou. Dizíamos que a justiça andava ao serviço do Patrice, hoje a justiça anda a fazer espetáculos na rua para enganar o povo e pior que tudo é que ainda continuamos a fazer justiça a mando de por ordens superiores.
      Reclamávamos que os do ADI só davam emprego aos seus familiares e boquitas, hoje temos a esposa do Primeiro Ministro na STP AIRWAYS e na ENASA,era isso que estávamos a espera?.. Queríamos a união de todos Santomenses, de Cauê a Pagué , mas só nos estão a dar a união de alguns amigos dos membros do governo, o povo continua na M…a. Enquanto continuarmos a ver a situação de São Tomé e Principe como partidários e não como Santomenses acreditem que vamos continuar a nos digladiar e o povo vai continuar a sofrer. Abaixo todos os partidos políticos Santomenses e abaixo todos os bandidos que se apresentam como cordeiros nas campanhas e depois de estar no poder se tornam verdadeiros lobos, bandidos, e marginais.Vocês os políticos estão a matar o meu país.

  5. Revoltado

    3 de Maio de 2019 as 22:09

    Sinceramente,que eu apreciava muito os seus artigos! Escreve bem! Dá gosto de ler. Mas, desde que entrou na briga de uma tal ministra com o seu irmão Toze(aliado directo do Patrice), que começo a ficar com preguiça de o ler. Não pense que o seu irmão é santo! Muito pelo contrário! Porque está tão obcecado com a senhora é o seu partido? Tiveram algum lance na adolescência? Analise a questão de ligação das Ilhas como problema das Ilhas que se deve resolver. Quem lhe disse que só naturais do Príncipe têm morrido nesses desastres. Procuraste saber qual a cota parte de culpa tem o governo regional? Olha que o teu irmão já anda nisso há mais de uma década.
    Com quatro meses de governação dos quais 15 dias com OGE, o teu colega dos Liceus JBJ já merece cartão vermelho porque não acedeu a tua vontade de demitir a tal senhora no timing que achas certo?
    Continue a escrever Adelino. Mas com alguma honestidade, para continuares a merecer respeito.
    Santa paciência!

    • Atento

      5 de Maio de 2019 as 18:26

      Senhor Revoltado por favor deixar o senhor Adelino Cardoso Cassandra escrever.

      • SEABRA

        7 de Maio de 2019 as 14:35

        Senhor Adelino Cardoso Cassandra disfarçado no atento e mais identidades lhe defendendo, continue o seu Cambalacho, oportunista com cara de mentiroso, sem vergonha…vocês Cassandra sao a vergonha das îhas do Principe, bandidos.
        Ninguém està a seu favor, para além da alguns membros da sua familia, tudo que tem-se publicado sobre a sua defesa é você mesmo o autor …và enganar aos parvos da sua laia. ACC você é um zero!!!!
        O vosso objetivo,Cassandra and familly, é de destabelizar o novo governo e voltar a pôr o Patrice Trovoada no poder para poderem furtar em associaçao. Eis o vosso objetivo!

  6. Olinto

    3 de Maio de 2019 as 23:01

    Eu também já acho que este primeiro-ministro já deu sinal que não consegue fazer nada. Eu também no partido não compreendo como ele não demiti aquela ministra e este diretor. governo está a ficar mal. É muita crítica por causa disso. Ele parece tem muito medo de decidir. Assim também não. Partido vai ficar mal na fotografia. Pouco tempo de governo e muita crítica já. Tem que mudar a forma de politizar e tomar decisões duras.

  7. Beira Mar

    3 de Maio de 2019 as 23:07

    Quem pensava que este primeiro-ministro iria fazer alguma coisa pode ficar sentado a esperar. Quem manda no governo são os abutres do MLSTP que sempre mandaram no país desde a independencia. O Jorge Bom Jesus tem só que comer e calar. Coitado dele. Manda ele correr com esperteza de tirar alguma ministro para ele ver fogo a queimar ele rabo. MLSTP é uma seita com Papa, bispos, padres, são cristãos, etc. O Jorge Bom Jesus nem padre ele chegou ainda quando mais bispo ou Papa. Ele tem que continuar a rezar para chegar ao cargo de bispo daqui a 10 ou 20 anos para começar a mandar também. Quem é que não sabe isto cá em S.Tomé que as coisas no partido funcionam assim.

  8. Aledunha

    3 de Maio de 2019 as 23:37

    MLSTP está cheio de praga. Sempre que vai para governo só acontece coisas estranhas no país. Mortes, problemas, perseguição, acidentes… Que raio de partido minha gente. Olha eu não estou nela não. Estou fora.

  9. Matrusso

    4 de Maio de 2019 as 0:14

    Em STP há muitos inteligentes mediucres.
    Têm talvez soluções ou sonhos, mas não construtivos.
    Criticam repetitivamente apenas para denigrir ou destruir sem dar hipótese a correções ou boas construções.
    Este artigo não condiz ao tipo de documento, nunca devia ser opinião, dêem lhe outro nome qualquer, mas não opinião.
    Opinião seria a quase 5 meses atrás, quando essa mesma coligação antes de formar governo pedio donativos junto a sociedade civil e a população em geral.
    Pergunta se:
    Onde e o que fazia o autor deste artigo nesta altura?
    Provável mente a sonhar em como fazer frente aos que solicitaram aqueles donativos/sugestões.
    Assim nunca iremos lá.

  10. Rodrigo Cassandra

    4 de Maio de 2019 as 9:35

    Meu caro irmão mas velho muito bom dia e muito bom fim de semana.
    O meu propósito não é sequer comentar ou opinar sobre o que tu acabas mas uma vez de escrever, pois o que eu pretendo por um lado é reconhecer e te agradecer pelas cronicas que fazes de forma desapaixonada e dispidas de qualquer cõr partidária visando mesmo longe com os teus afazeres que não são poucos mas acho como muitos acham que dás uma valiosa contribuição para o país e a nossa democracia.
    Certo é que não vais agradar a todos mas continua a escrever, com insenção com propriedade e com sentido de saber e de muita responsabilidade , sempre com suporte na educação que recebemos dos nossos país; um dia como sempre os que hoje falam e critical reconhecerão que o país S.Tomé e Príncipe é muito mas do que todos nós.
    Aquele abraço de sempre teu irmão
    Rodrigo Cardoso Cassandra (DIGO)

  11. Liberdade

    4 de Maio de 2019 as 11:30

    Senhor Adelino Cardoso Cassandra esta coisa que o senhor escreveu está mais do que debatida no interior do partido em pequenos grupos, em algumas sessões distritais. Infelizmente ainda existe medo dentro do partido e o próprio Jorge Bom Jesus ao invés de ajudar alguns militantes que lhe podem ajudar a travar esta batalha contra certos sectores do partido que não querem mudança ele é o primeiro a dar sinal de ter medo ou receio. Eu não compreendo como é que um líder em vez de mobilizar os militantes que querem mudança para avançarmos para esta mudança é ele mesmo que anda a dizer as pessoas para terem calma. Assim não vamos a lado nenhum com esta lenga lenga, chove não molha. Quem vai sofrer uma dura derrota se as coisas continuarem assim é o partido. Depois vão lhe acusar e cada um tira seu corpo fora. Eu já não estou disposto a fazer mais nada nesta situação de paz podre.

  12. Estou Farto Disto

    4 de Maio de 2019 as 11:49

    Este país está num estado calamitoso. Eu já não sei o que é que nos vai acontecer. Eu que sou um homem de fé e esperança agora tenho receio devido aos meus filhos e netos. Não sei o que é eles vão encontra daqui a 10, 15 ou 20 anos sabendo que as coisas estão cada vez mais a piorar só. Veja só estes contratos de pesca que este governo assinou por tuta e meia e que vai acabar com os nossos peixes no mar num instante. Ninguém pensa no futuro deste país. Só querem dinheiro e mais dinheiro para andarem a viver a grande e francesa e cumprirem as promessas que fazem nas campanhas. Já temos acordo de pesca com união europeia, com China agora parece que também vão assinar com Marrocos. Onde está peeixe no mar para todos estes países é que eu não sei. Nós aqui vamos começar a comer fodebudu. Maldita hora que eu votei nestas pessoas.

  13. Marcelo

    4 de Maio de 2019 as 12:00

    eu também vi este jornalista MAXIMINO CARLOS a dizer isto e meter medo a outros jornalista que estavam lá no príncipe. Eu não percebi a intenção dele com estas palavras. Aspessoas estavam a manifestar de forma ordeira e não sei porquê que ele queria para não dizer que era manifestação mas sim encontro. Encontro do quê? Sinceramente que eu não percebi. Enfim é o país que temos e jornalistas que temos.

  14. Militante Antigo

    4 de Maio de 2019 as 12:11

    Jorge Bom Jesus não aguenta isso. Isto não é para quem quer mas para quem pode. Alguma vez alguém ia ver Pinto da Costa, Gabriel Costa ou mesmo Carlos Tiny ou Vaz a fazerem esta figura triste que Jorge Bom Jesus está a fazer. Queria tanto ser primeiro-ministro agora aguenta só. Quem viver verá o resultado disto. Fui

  15. Falta de respeito

    4 de Maio de 2019 as 12:22

    Este acontecimento do barco anfitriti tem tudo a ver com a situação do país. Estamos muito mal em tudo. Não existe um sector de atividade que funciona minimamente bem, onde as pessoas podem dizer que aquela coisa funciona bem. Desde a presidencia da república, passando pelo governo, assembleia nacional, escolas, hospital, tribunal e todas as outras coisas, tudo funciona mal e sem dia de concertar. Onde se viu um Diretor de serviço afirmar que ninguém pode fazer ele nada senão ele deixa governo cair. Só num país de banana é que isso acontece. E nós somos um país de banana e o Jorge Bom Jesus com todo o respeito é também um Banana.

    • Amar o o que é nosso

      5 de Maio de 2019 as 15:47

      Tem toda a razão. Mas com vontade de todos quem sabe ainda podemos mudar..

  16. Palavra de Honra

    4 de Maio de 2019 as 12:33

    Senhor Primeiro Ministro, por favor, mexe corpo. Que raio de coisa é esta?! O senhor está a aparecer um subalterno em vez de primeiro-ministro. Tão pouco tempo já está a causar tanta desilusão assim também não. Gingá Bué piquina, kékuá… O Diretor da ENAPORT manda no senhor e promete fazer o senhor sair deste posto se o senhor tentar alguma coisa contra ele. A ministra do Comércio e Turismo manda no senhor e diz isto com boca cheia no ministério para quem quiser ouvir se o senhor tirar ela do governo o António Barros deputado do Príncipe faz cair governo. Mas que raio de coisa é esta também. Senho fica só nos discursos bonitos.

  17. Vergonha Muito

    4 de Maio de 2019 as 12:50

    MLSTP é um partido ultrapassado. O tempo do MLSTP já acabou. Peço desculpas aos militantes deste partido mas eu acho que deviam reformar o partido primeiro, fazer um grande congresso, expulsar alguns militantes com cadastro, escolher jovens com valor e outros mais antigos com sabedoria que podem ser aproveitados para ensinar os mais jovens e depois ir para o governo de novo um dia mais tarde. Basta ver os nomes dos deputados do MLSTP e as figuras que estão no governo para se ver a pouca ambição e mediocridade que está lá. Alguns deputados do MLSTP, é verdade que não são todos, nem sequer sabem escrever. Olha o comportamento dos irmãos Monteiro para com o partido. Olha o exemplo do Jorge Amado para com o partido. Aquele deputado do Príncipe chamado António dizem que nem sequer fez 4ª classe. Temos ministros que quando abrem a boca só dizem asneiras e nem conseguem articular palavras que a pessoa pode perceber. Ainda ontem vi uma ministra de Cabo Verde a falar e eu disse comigo olha a diferença entre uma ministra deste país e um ministro do nosso país. É só vergonha que estamos a passar.

  18. O Tempo Dá Razão

    4 de Maio de 2019 as 12:55

    Só um cego é que não vê que este governo vai cair de maduro. Estou cá a ver sossegadinho. Tanto fulumento para irem para governo que só estão a fazer porcarias. Sou do partido mas tenho vergonha de certas coisas que eu estou a ver. Falta conhecimento, falta experiência, falta chá, falta trabalho político, falta organização, falta comunicação como deve ser…

  19. Razão

    4 de Maio de 2019 as 12:58

    Entramos no modo “piloto automático”. Sem direção nem norte. Fuga para frente e seja o que Deus Quiser. Kuá ê dá ê dá. Vamos ver.

  20. Diáspora Príncipe

    4 de Maio de 2019 as 13:08

    Como filho do Príncipe só tenho que agradecer o senhor Adelino Cassandra por esta grande reflexão. Meus parabens e obrigado. Perdi o meu tio num destes acidentes e sei bem o que é sofrimento e as dificuldades que as pessoas do Príncipe passam por causa disto. Eles de S.Tomé não querem saber nada conosco. Na minha opinião, não quero influenciar ninguém, o Príncipe devia separar de S.Tomé e juntar a Portugal como era antigamente que o meu pai me contava. Estou farto destas pessoas de S.Tomé. Não tenho nada contra elas mas já estou farto destes abusos.

  21. Pessoa do Príncipe

    4 de Maio de 2019 as 13:15

    Principe não está a ganhar nada com esta ligação com S.Tomé. Príncipe tem que pedir sua independência e encontrar outro caminho para desenvolver. Não somos colónia de S.Tomé. Eles andam a negociar o nosso peixe a torto e direito e eu pergunto o que é que nós ganhamos com isto e não vejo nada. Tudo fica lá em S.Tomé. O petróleo é a mesma coisa. Os filhos do Príncipe só estão a morre no mar nestes acidentes que eu já comço a pensar que é feito de propósito para acabar com pessoas do Príncipe. Pronto falei. Quem gostou gostou que não gostou paciência

  22. Manuel Cardoso

    4 de Maio de 2019 as 13:26

    Caro compatriota Adelino
    Sou santomense, mas não vivo no país, mas acompanho de forma permanente o que acontece no meu querido e lindo país. Antes de tudo, quero lhe felicitar pela sua amplia capacidade de análise da situação politico, social e económica do nosso paaís e na forma clara, sabia, real e honesta como tem apresentado os seus trabalhos.
    Apesar de não estar a viver de forma física no meu lindo e querido país, tenho interessado por ele e tenho tido muitas informações sobre o que tem estado a passar. O senhor Adelino vai ver, que nesta sua exposição feita, o senhor irá receber vários insultos de um grupo de bandidos e vadios que foram criados por este governo, e muito bem pagos com dinheiro vindo das empresas públicas, EMAE, ANAPORT e ENASA, cuja função é atacar a todos aqueles que criticam o governo ou que têm alguma opinião contrária. Estas pessoas que estão devidamente identificadas e que aparecem em facebook com nomes falsos, passam mais de 18 horas na internet com objetivo de atacar e maltratar qualquer pessoa que dê alguma opinião contrária ao do governo. Outro objetivo deste grupo, consiste em sujar o máximo possível o governo anterior, nomeadamente o seu líder Patrice Trovoada, pois a única forma de esconderem as suas incompetências e burrices, é passar a culpa ao outro e entreter o público com mentiras. No entanto o governo se engana, pois as mentiras têm pernas curtas, e mais tarde ou mais cedo a verdade aparecerá, como é o caso do senho Manuel Diogo daa ENAPORT que desde que entrou como Director tenho seguido as reclamações que o mesmo tem estado a infernizar a vida de coitados compatriotas que têm estado a lutar para criar os seus filhos e ter uma vida minimamente digna.
    Por isso eu o aconselho a não se importar com as centenas de criticas destrutivas que irá receber e continue a nos brindar com estas análises tão importantes para a nossa reflexão. Apesar de estar alguns anos fora do país, vou cada dois anos de férias, e tenho muitos amigos e familiares que me dão informações. Inclusive, um dos membros da equipa criada pelo governo para responder os emails e atacar os outros é um grande amigo, que graças a este tacho, está a melhorar bastante a sua vida. Só que o dinheiro mal ganho, é como quem vende vinho com água. Este dinheiro não constrói casa, nem leva a nenhuma felicidade.
    Bem haja STP

    • Seabra

      5 de Maio de 2019 as 23:28

      😂😂😂😂😂😂😃😂😂😂😂! Cardoso disfarçado em emigrante. ….esta está boa Senhor Adelino Cardoso Cassandra. Será que se este Senhor Cardoso morrer o senhor Adelino Cassandra poderá sobreviver ? Creio que são gêmeos, um emigrou e o outro ficou em STP.
      Vraiment ! Aceite que nem toda a gente aprecia a sua ambiguidade, a sua falta de lealdade, a sua hipócrisia, a sua maneira oportunista e falsa de ser. Adelino Cassandra, até à prova do contrário estámos num país DEMOCRÁTICO, ou bien ? !

  23. Os problemas conjunturais de STP NAUFRAGAM

    4 de Maio de 2019 as 16:23

    A IMAP tem actualmente um Director que é um problema conjuntural,a semelhança de todas as respostas conjunturais que o país tem.É necessário que se coloque no IMAP um director não conjuntural e que não seja mais um problema conjuntural para as respostas às perguntas conjunturais da São.

  24. Minuiê indignado

    4 de Maio de 2019 as 18:36

    Sempre que este partido vai para poder o Príncipe come o pão que o Diabo amassou, desde a independência que isto acontece. MLSTP no poder significa disgraça no Príncipe. Os filhos do Príncipe já estão farto disso. Quando não é prisões é mortes. Assim não pode ser. Êxigora hora de nôn reguê pegá fin cúmin …kuiçê ça dafô… kuêça…

  25. STP Terra linda e gente boa

    4 de Maio de 2019 as 20:25

    Olha para esse Adelino engraçado a pedir reformas urgente para o país, kkkkkkk. O seu irmão está a governar no Príncipe há tantos anos com aquele povo a sofrer na miséria. Porquê que não o pedes reforma? Discursos com hipocrisia já existem muitos. Mais um, shr Adelino? Que coooooisa.

    • SEABRA

      7 de Maio de 2019 as 14:41

      STP Terra linda gente boa, concordo à 10000000%. Os Cassandra sao oportunistas e mais nada!

  26. helmer dias

    5 de Maio de 2019 as 11:54

    Caro senhor adelino cassandra prezado seja a sua são-tomensidade e cidadão do mundo.

    Estou no meu entendimento como cidadão são-tomense muito honrado, em puder ler as suas opiniões nesta plataforma digital e num orgão que também tem a firmeza de resistir em liberdade de expressão livre.
    Quero desde já dizer-lhe que estou plenamente de acordo com tudo que ai relata e digo para quem vivi no país concretamente na ilha de príncipe,é gritante como ha pessoas com uma capacidade de intelectualidade Academia acham que o país esta bem quando é para o beneficio proprio.E nós ca não gostamos de sermos orzanizados claro que prevenção não é feito,só depois de é que gritamos para as coisas funcionarem.O poder de decisão esta nos partidos não no homem e o país perde.Mais senhor primeiro ministro tem faca e queijo na mão,penso que ele não precisa de estar no poder nessas condições de tipo faz de conta.Ele pode muito bem exigir e impor a sua ordem porque os que estão em redor dele tem mais a perder se realmente o governo for para rua e país for a eleição.Eu acredito que ele não quer tomar medidas por vontade própria. Obrigado.

  27. Grupo Mé-Zedo

    6 de Maio de 2019 as 10:31

    Na minha/nossa modéstia opiniao mo Sr. Adelno Cassandra esta a cair no ridiculo. Ja houve tempos em que escrevia e produzia textos que valiam a pena ler. Eram equidistantes, eram imparciais.
    Gostaria que, apesar do To Ze ser seu irmao, quemo senhor continuasse a ser Adelino Cassandra e nao muleta de um individuo que se acha Joao Jardim. Isso aqui nao cola. Isso é, ou melhor, foi la na madeira, onde o Presidente do Governo Jornal tudo fazia para tambem contribuir para a riqueza nacional de Portugal. o Tó Ze e seu Governo nao contribuem e esperam a todo momento receber receitas que partem de S.Tomé até para tapar buracos no tecto de Passos de Conselhos.
    O Sr. Adelino Cassandra deveria perguntar ao To Zé se STP no seu todo nao é um Estado, senao como poderia ele, precipitadamente e sem qualquer consulta ou concertação com os orgaos de Soberania Nacional decretar o luto nacional? Ele como queria populismo, precipitou-se e ficou muito mal na fita, principalmente junto dos nossos parceiros que sabem o que é de facto a responsabilidade de um Estado perante coisas dessas….
    Tenho/temos dito- Grupo Me-Zedo.

    • SEABRA

      7 de Maio de 2019 as 14:47

      Grupo Mé -Zedo, vamos começar a ir em vàrios internetes, ou pedir aos familiares e nossos amigos para irem colocar um like nos nossos comentàrios como fazem os cambalacheiros mafiosis Cassandra!

  28. Decepção

    6 de Maio de 2019 as 14:52

    Eu sou do MLSTP, sempre fui, mas é verdade que a maneira como o partido tem levado o País nas suas decisões deixa muito a desejar o que é uma pena . Realmente fica sempre a impressão de que o meu PM Jorge Bom Jesus, tem tido muitas dificuldades para tomar algumas decisões ao nível do Governo.
    Deixo aqui o meu apelo ao PM, que veja o País no seu todo de acordo com a sua realidade , e não veja o País somente como militantes do MLSTP. Caso contrario poderemos perder muitos dos nossos militantes e simpatizantes, que têm mostrado algum descontentamento da forma como as coisas têm sido desencadeadas.
    Sou de opinião, que alguns diretores, alguns Ministros devem sim ser exonerados, até porque só têm feito barbaridades e parecem meios desnorteados, sejamos sinceros e honestos, se realmente queremos que o nosso S.T.P siga em frente.

  29. Fermento

    7 de Maio de 2019 as 12:31

    Existe muito amadorismo e falta de bom senso na política deste país. Este governo não está preocupado com o bem do povo infelizmente. Quem acompanhar as coisas que estão a fazer ve que só estão preocupados com os tachos para os seus familiares. Não foi para isto que o povo votou mais uma vez. É triste dizer isto mas é verdade. Não sei quando é que estepaís vai desenvolver.

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