Opinião

O Medo de Existir

Tenho assistido, infelizmente, sem qualquer surpresa, aos episódios tristes e vergonhosos, que estamos a dar ao mundo, relacionados com a pré-publicação de um inquérito Nacional sobre o consumo de substâncias nocivas (álcool e drogas) na população escolar Santomense, decorrente das declarações da autora do referido estudo, aos meios de comunicação social portugueses, que provocaram um autêntico tsunami no interior do país.

O que disse, em traços fundamentais, a referida especialista e responsável pelo estudo em causa, aos jornalistas portugueses, que irritou tanto alguns Santomenses, no interior e exterior do país? Disse, entre outras coisas relacionadas com o referido estudo, que «…existiam menores com 6 e 7 anos embriagados nas salas de aula, já que as mães lhes dão bebidas alcoólicas com metais pesados e aguardente de cana em jejum de forma a matar as lombrigas e fome…». Aquelas crianças, anteriormente referenciadas pela referida especialista, neste âmbito, «…consumiam mais álcool do que leite…»”, facto que, segundo a própria, «…considerava lamentável…»

Em primeiro lugar quero alertar que não conheço a referida investigadora nem nunca privei com a mesma em qualquer ocasião, mais ou menos formal. Da mesma forma, não tenho a presunção de ser possuidor da verdade absoluta ao ponto de condenar, publicamente, uma investigadora, querendo impor, por resquícios de manifestação de um patriotismo bacoco, suportado doutrinalmente por um projeto político-partidário pós-independência, que todos conhecemos, que já não deveria ter um impacto nem importância entre nós, como bandeira de afirmação, interna e externa, do país.

Se a referida investigadora que andou a fazer aturado trabalho de campo, durante anos, para o projeto em causa, em todas as zonas do nosso país, afirmou ter encontrado, sem quantificar, crianças com 6 e 7 anos, embriagadas nas salas de aula, tendo em conta que as mães, aparentemente, davam-lhes bebidas alcoólicas como forma de matar as lombrigas, quem sou eu, só pelo facto de tal afirmação desmascarar de forma dolorosa a pobreza da nossa sociedade, para questionar, sem qualquer evidência ou prova contraditória factual, a investigadora em causa, impondo a minha verdade absoluta, num imaginário tribunal, como acontecia na idade média, a qual todos, no interior e exterior do país, deveriam obedecer, incluindo a referida cientista?

De facto isto atingiu limites insuportáveis, ao ponto de: um coronel na reserva quase ter declarado guerra a Portugal; um suposto advogado nacional ter publicitado, em letras garrafais, nas redes sociais, que dera a Portugal 48 horas para apresentar um pedido de desculpas ao povo Santomense e um animador das redes sociais, muito conhecido pelo seu militantismo religioso e misticismo fanático, ter esmurrado o peito e rasgado as vestes contra a heresia que fora praticada pela referida investigadora. É obra!

Por mais esforço que eu faça, não consigo encontrar nenhuma relação de Portugal com este facto. A impressão que dá é que, provavelmente, algumas pessoas andam à procura de um inimigo externo, como se fazia na primeira república, para escamotear a natureza e amplitude dos nossos reais problemas internos.

O próprio governo, não esteve com meias medidas, e, decidiu, também, entrar na festa e, com tal, apresentar uma queixa-crime contra a referida investigadora, supostamente, por danos irreparáveis que tal estudo provocou à imagem do país. Está tudo louco, infelizmente! Nunca pensei que pudéssemos retroceder tanto, em tão pouco tempo, num mundo em constante aceleramento.

E o engraçado de tudo isto é que, em contraposição às constatações da referida investigadora, os supostos ofendidos somente limitam a afirmar que nunca viram, em S.Tomé e Príncipe, crianças a beberem bebidas alcoólicas em detrimento de leite e que o suposto é beberem chá, como coisa que tal afirmação contraria as evidências constatadas pela referida investigadora no seu trabalho de campo, referenciadas na entrevista com os meios de comunicação social, para levantamento dos dados para o referido projeto.

Ou seja, pessoas que nunca fizeram qualquer trabalho de investigação neste âmbito, nunca contribuíram, com qualquer tarefa no trabalho de campo para levantamento de dados nesta matéria estão, aparentemente, sem ler o conteúdo total do referido relatório, mais habilitadas do que a própria investigadora, para fazer juízos de valor definitos sobre o trabalho da mesma. É uma questão de fé!

Isto é a mesma coisa que eu afirmar que, em S.Tomé e Príncipe, por exemplo, existe liberdade de expressão pelo facto de vivermos, supostamente, num regime democrático e constatar-se, de quando em vez, os deputados a falarem na Assembleia Nacional. Tudo o que um suposto estudo científico, no âmbito da Ciência Política, eventualmente, venha a contrariar, neste pressuposto, eu poderia e deveria considerar como uma aberração sem qualquer sentido, porque, entretanto, vejo os deputados e outros políticos a falarem e nunca vi ninguém ser preso por emitir a sua opinião sobre um problema do seu partido. Admito que existam centenas de pessoas, para não dizer milhares, que pensam desta forma. Algumas por ignorância e outras por manipulação político-partidária ou, até, a junção das duas coisas.

O problema, contudo, é que os elementos de um argumento científico não devem ser contrariados somente com a verborreia inconsequente e tonta, com eventuais declarações de guerra ou, ainda, rasgando as vestes como, muitas vezes, fazemos entre nós.

Por isso, seria desejável e prudente que as pessoas esperassem, em primeiro lugar, pela publicação do conteúdo do referido estudo, para eventualmente lerem-no e, só então, emitirem uma declaração mais fundamentada sobre o mesmo, em vez de estarem a comportar-se como virgens ofendidas, num exercício fútil e anacrónico que já nos devia envergonhar. Abstenho-me, desta forma, de emitir qualquer opinião sobre a afirmação da referida investigadora simplesmente porque eu não conheço o conteúdo do estudo em causa e nem andei a fazer trabalho de campo para levantamento dos dados relacionados com o mesmo.

Acredito que, em muitos casos, estas manifestações reflitam, a montante, reminiscências de um período específico da nossa vida coletiva onde imperava a sobrevalorização da política em detrimento da Ciência em prol do objetivo da construção de um homem novo e a nossa pequenez insular, num contexto sem massa crítica, era um lugar ideal para investimento afetivo como manifestação de sobrevivência coletiva. Estamos, neste momento, provavelmente, mais próximos de 1975 do que 2020.

Neste propósito, não posso deixar de concordar com o historiador Augusto Nascimento quando afirma «…após 1975, a contribuição do pensamento científico foi desvalorizada pelo projeto transformista dos novos dirigentes. O pensamento científico foi quase totalmente condicionado, facto sobre o qual os intelectuais São-tomenses ainda hoje se pronunciam com cautela, revelando uma espécie de um laço afetivo em relação ao regime fundador do país…» (ver Augusto Nascimento, “Ciências Sociais em S.Tomé e Príncipe – A Independência e o Estado da Arte”).

Da mesma forma não posso ignorar, neste momento, a obra do filósofo português, José Gil, em similitude com aquilo que tem acontecido em S.Tomé e Príncipe, quando afirma, numa das passagens do seu livro, “Portugal Hoje – O Medo de Existir”, que «…o português não faz o luto, deixa os objetos do quarto do morto no mesmo lugar, mas desloca-os ligeiramente, ou desloca-os mesmo a todo o momento, mantendo, paradoxalmente, o aspeto geral do quarto sempre idêntico…» ou, ainda, quando afirma que «…o português revê-se no pequeno, vive no pequeno, abriga-se e reconforta-se no pequeno: pequenos prazeres, pequenos amores, pequenas viagens, pequenas ideias (…) a pulsão do pequeno dá ensejo à formação de pequenos mundos afetivos em que as relações simbióticas se desenvolvem com força extraordinária…».

Este diagnóstico, caracterizador da realidade portuguesa, sem qualquer desprimor, intelectual ou de outra natureza, parece que se coaduna com mais assertividade com a nossa realidade sociocultural e política do que propriamente com a realidade retratada. De facto, a nossa pequenez, imposta por fatores de natureza territorial e insular, e amplificada, momentaneamente, pela carência de uma massa crítica que promova a reflexão e produção intelectual, funcionam como um algo muito forte que nos obriga, invariavelmente, a revisitar o passado, como uma ferramenta ou instrumento memorizado, pronto a utilizar, cuja força se impõe, de forma natural, perante a manifestação desta mesma pequenez.

É uma espécie de passado que não morre ou, se quiserem, na expressão de José Gil, já morreu mas do qual nunca fizemos o luto. É, pois, este medo de existir, no presente, por incapacidade de resistirmos ao passado, que nos vai matando como sociedade, no presente e futuro. De facto, desde o momento de instauração da democracia no país, em 1990, nunca estivemos, tão perto do passado, em algumas manifestações, como agora estamos.

E, por paradoxo que pareça, as mesmas pessoas que se indignaram com a publicação preliminar do estudo da referida investigadora são os mesmas que, provavelmente, acham o fenómeno Miná Kiá, que nalguns casos mais radicais condenam crianças alheias, de tenra idade, nas mãos de alguma elite nacional abastada, ao trabalho caseiro escravo, é um fenómeno sociocultural banal e até desejável para o crescimento saudável das mesmas.

Ou, em alternativa, provavelmente acham que dezenas de crianças que nascem no país e, todavia, não têm um assento de nascimento nem, consequentemente, uma identidade, por incúria do Estado, é um bem precioso que devemos preservar por muitos anos. Ou, ainda, em alternativa, entendem que as crianças que, ao longo dos tempos, invariavelmente, têm morrido em naufrágios de navios que ligam as duas ilhas do nosso arquipélago, como recentemente aconteceu com o navio Anfitrite, são empecilhos que só nos trazem despesa e, como tal, deveriam ter esse fim.

Nunca vi nenhuma destas pessoas indignadas com a incúria do Estado nestes assuntos, como estão neste momento com a declaração da referida investigadora, e isto, por si só, diz muito da pobreza da nossa sociedade atual. Nem tão pouco constatei qualquer declaração de guerra ao Estado por parte de nenhum coronel na reserva; não vi nenhum advogado dar 48 horas ao Estado para tratar destes assuntos relacionados com a vida das nossas crianças e não reparei que nenhum dinamizador das redes sociais tivesse esmurrado o peito, rasgado as vestes e apedrejado os titulares dos órgãos de soberania por incúria relacionada com o tratamento exemplar da vida das nossas crianças.

E é bom que todos se lembrem que estas evidências, referenciadas anteriormente, constituem factos reais, que acontecem todos os dias na nossa comunidade e não precisam de estudos para a sua perceção, denúncia e resolução.

Contribuir, pois, para a resolução dos problemas relacionados com a vida das nossas crianças, quer estejam relacionados com o consumo de álcool ou de outra natureza, a montante, deve estar sempre presente, uma atitude crítica, reflexiva e de denúncia pública constante e, neste propósito, independentemente de qualquer juízo sobre o conteúdo do trabalho da investigadora em causa, pode-se concluir que tal contribuiu mais para o debate e reflexão sobre o assunto em causa, nos últimos 40 anos da nossa existência como comunidade, do que qualquer outra iniciativa, no âmbito político-partidário ou oriunda da sociedade civil, tendencialmente dirigida para a sua resolução.

Até neste âmbito, a referida investigadora teve algum mérito em tirar muita gente, designadamente coronéis na reserva, governantes, alguns advogados, dinamizadores das redes sociais, alguns técnicos superiores da administração pública e simples cidadãos, do processo cíclico de hibernação que, voluntariamente, decidiram entrar durante as nossas gravanas.

Espero, sinceramente, que, a partir de agora, este ímpeto de manifestação de indignação, sobre os nossos problemas, por partes destas individualidades, seja real e não simbólico ou imaginário, como parece denunciar, neste caso, porque de atos simbólicos, pouco ou nada transformadores, estamos fartos desde 1975.

Adelino Cardoso Cassandra

    25 comentários

25 comentários

  1. Joaquim Machado

    8 de Janeiro de 2020 as 7:59

    “A pressa em mostrar que não se é pobre é, em si mesma, um atestado de pobreza. A nossa pobreza não pode ser motivo de ocultação. Quem deve sentir vergonha não é o pobre mas quem cria pobreza.” – Mia Couto.

  2. Celestino

    8 de Janeiro de 2020 as 8:53

    Falou e disse tudo! Muito bem. Eu subscrevo na íntegra. Já basta miséria material para agora juntarmos também a miséria espiritual. Credo. Até parece praga.

  3. De Longe

    8 de Janeiro de 2020 as 9:00

    Com todo o respeito que eu tenho por este povo humilde mas tenho de reconhecer que isto não parece um país mas uma autêntica anedota. Tenho dito. Sejam felizes, assim!

  4. Boinal

    8 de Janeiro de 2020 as 9:34

    São Tomé aparentemente só tem um problema na vida: Portugal! kkk
    Pobreza – zero
    Fome – zero
    Corrupção – zero
    Prustituição – zero
    Crime – zero
    Pobreza intelectual – zero
    Lixo – zero
    Saúde – zero
    Matumbismo crónico – zero
    Boa governação pública e privada – zero
    Agora fala-se em Portugal, maka automática. kkk

  5. Militante de Base

    8 de Janeiro de 2020 as 10:32

    A nossa classe política é uma nulidade. Todos os problemas deste país está directa ou indirectamente ligado com falhanço do estado e dos governantes. Não é só falta de recursos que o país não tem. Existe muita ignorância também mesmo em pessoas que dizem que andaram a estudar lá fora e que aparentemente têm curso superior. Isto está pior do que eu esperava.

  6. Lucas

    8 de Janeiro de 2020 as 11:02

    Senhor eles não estão loucos
    Estão bêbados
    Mais nada

    • R.T

      8 de Janeiro de 2020 as 15:48

      Subscrevo Lucas. Estão bêbados e não sabem que estão. É este o problema do nosso país.

  7. Riboqueano

    8 de Janeiro de 2020 as 11:10

    Sinais do tempo… Parece que tudo está a desmoronar. Pressinto o final de qualquer coisa. Não é normal um país ter dirigentes desta qualidade nos tempos de hoje. Desculpa se ofendi alguém mas não era a minha intenção. É que a situação atingiu um ponto que envergonha qualquer um. Nós merecemos mais do que isto.

  8. Povo

    8 de Janeiro de 2020 as 11:35

    Entra governo, muda governo e tudo continua na mesma. Banalidades, irresponsabilidades, trapalhadas e vergonha. Tudo para distrair o povo que já não aguenta mais com tantas dificuldades.

  9. Gente Boa

    8 de Janeiro de 2020 as 12:21

    Fico triste com tudo isto. até parece que de intelectualidade não temos nada: eu pessoalmente comentei no Facebook quando vi a Sra supostamente responsável pela a INE dizer que se tem que pedir autorização para fazer esse estudo fiquei surpreendido até pedi alguém com conhecimento jurídico na matéria que me explicasse melhor. Enfim é o nosso STP.

  10. Lagaia

    8 de Janeiro de 2020 as 13:25

    Sempre que este partido, o MLSTP/PSD, está no poder o país entra neste processo de coisas estranhas e esquisitas de queixa de colonialismo, de perseguir pessoas por causa de ideologia e forma de pensar de cada um, de afrontar Portugal. Eu não sei porquê isto. Em ves de trabalamos todos para avançar país ficamos preso numa ideia que o mundo já não fala e ninguém quer saber. O que interessa agora falar de colonialismo quando estamos independentes mais de 444 anos.

  11. Nita

    8 de Janeiro de 2020 as 14:47

    Governo leiam mais as publicações deste senhor! Santomenses todos deviam ler mais o telanom!!!

  12. Ex Dirigente

    8 de Janeiro de 2020 as 15:52

    A Nova Maioria está a me desiludir. Por favor…por favor…por favor… Não tenho nenhum contrato com vocês. Se for para fazer estas brincadeiras eu salto do barco. Isto já nem sequer é incompetência. É aselhice e paranóia.

  13. Militar no ativo

    8 de Janeiro de 2020 as 15:56

    Acho o Coronel teve uma ideia interessante, já que se São Tomé declarar guerra a Portugal, sempre pode pedir a Portugal para enviar previamente para São Tomé uns fardamentos e já agira algumas Bazukas

  14. Elite dos Pobres

    8 de Janeiro de 2020 as 16:16

    Onde se viu uma coisa desta? Apresentar uma queixa contra uma investigadora. Isto parece uma brincadeira de criança que não tem nada para fazer. É verdade que pode-se não concordar com este estudo dela mas apresentar queixa na Justiça é uma anedota ou dar portugal 48 horas para pedir desculpa é para fazer criança rir. Eu não sei qual elite que este país tem. Se isto é elite então eu posso considerar que também eu sou elite sem ter curso. Bando de garotos mimados e sem formação nenhuma.

  15. Maiombe

    8 de Janeiro de 2020 as 16:21

    Som vim ler os comentários.

  16. XYZ

    8 de Janeiro de 2020 as 16:26

    Um país pequeno com Coronel, Tenente Coronel, General e outros títulos que só estão no papel. Deviam acabar imediatamente com estes títulos todos e outras regalias que está a alimentar uma data de sanguessugas que não produzem nada neste país. Só sabem criar confusão. Para o quê que S.Tomé e Príncipe precisa de um Coronel ou um General nas FASTP. Deviam mas é estar a plantas banana, matabala, cacau no mato para ajudar o país a desenvolver.

  17. Riba Mato

    8 de Janeiro de 2020 as 16:30

    Meus senhores sejamos sérios. O problema de alccol neste país é complicado. Só não vê quem não quer ver. Basta visitar sertos sítios para se ver o drama desta coisa. Eu sei bem o que estou a dizer. Não vale a pena tapar o problema. Ele está entre nós e está a provocar danos. Agora se quiserem esconder o problema eu não digo nada. O país é vosso. Vocês é que mandam.

  18. Bial

    8 de Janeiro de 2020 as 16:42

    Credo país, minha gente.

  19. Filtro de Ar

    8 de Janeiro de 2020 as 16:44

    Com todo este fusoê que está a acontecer cá no país, onde anda a oposição? Estamos desgraçados. Fui

  20. Félix

    8 de Janeiro de 2020 as 19:46

    Tudo isso é uma grande vergonha para o nosso país. Agora que precisamos de investimento de estrangeiro é que cada um está a fazer das suas e danificar este país definitivamente. Não sei porquê que o governo foi meter nesta confusão sem necessidade. Deixava as pessoas da sociedade falar. Agora vão processar senhor por dizer que as crianças bebem cacharamba no país é uma coisa que eu nunca vi em país nenhum do mundo. Como os juízes são domesticados vão perseguir esta senhora. Com tanta coisa para governo preocupar com ele vai preocupar com uma banalidade sem valor.

  21. Nita

    8 de Janeiro de 2020 as 21:01

    Santomense está a beber demasiadamente… Isso não é mentira. Por acaso o Patrice fez das suas e tudo de mal. No entanto acertou qdo disse que Santomense é bêbado.

  22. tudo está dificil

    10 de Janeiro de 2020 as 8:06

    O primeiro ministro é um autentico palhaço. Um estudo de investigação é um estudo de investigação e ponto final…foram essas as constatações no terreno…o governo que inverta a situação através de acções ao invés de perseguir a autora do estudo. Toda gente sabe que o governo promove festas de zonas pagando bebidas as pessoas….todos os fins de semana ha festas de localidades. Vão ao pirata na sexta feira e veêm o que fazem os jovens com menos de 18 anos todos a beber alcool e com os dirigentes a se meterem com crianças..País e governo de brincadeira. Preocupem com lixo, corrupção, gravidez precoce, sujeira nas praias, cães e doidos nas ruas, buracos, melhor gestão da lixeira etc.

  23. Rodrigo Cassandra

    12 de Janeiro de 2020 as 18:44

    Não sei se é absolutamente verdade mas informações que eu tenho é que o estudo foi encomendado por actual primeiro ministro quando era ministro da EDUCAÇÃO sendo o mesmo actual primeiro ministro na minha opinião a se posicionar como quem nunca conheceu a pessoa que fez o estudo e que nunca mandou fazer qualquer estudo relacionado com esta matéria; posso estar de acordo com os exageros do estudo mas a sua contrariedade deve ser feita com um outro estudo mas claro ,mas serio , agora envolver entidades como INE, ESCUTEIROS, e o propio governo parece-me caricato quando foi Jorge Bom Jesus enquanto titular da Educação a encomendar tal estudo,, temos que assumir todos por inteiro a nossa responsabilidade, o país esta mal a culpa é de todos nós , o que é preciso sim; e admiro como dura a acontecer é todos aprendermos com os erros.
    Muito obrigado

  24. LIBREVILLE

    14 de Janeiro de 2020 as 10:32

    Vocês aceitaram um grupo de garotos fracos, inaptos e incompetentes para governar um Pais de aproximadamente 200.000 habitantes agora estão a reclamar?

    O pior esta por vir, quem viver verá!!!

    Mais não digo, estou no sofá a espera do próximo episódio!!!

    Bom dia.

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