No coração da costa sul de São Tomé, a Roça São João dos Angolares é um lugar onde a arte, a gastronomia e a história se encontram num só espaço.
Pousada muito acolhedora, com uma marca distintiva bem presente por se encontrar polvilhada de largas dezenas de obras de arte. E também um verde deslumbrante, que destacamos profusamente neste álbum.
Projecto dinamizado pelo consagrado Chef e artista plástico João Carlos Silva. Natural de Angolares, estudou em São Tomé, Angola e Portugal antes de se tornar um nome incontornável na valorização cultural do país. Fundador do CIAC, da Bienal de Arte e Cultura e da Roça São João, lidera projectos que unem arte, património e sustentabilidade. Apresentou “Na Roça com os Tachos” (RTP) e foi nomeado Embaixador da Cultura de São Tomé e Príncipe. Criou a OLGA – Oficina de Gastronomia e o festival FOLGA, além de coordenar o Festival das Ilhas Microestados do Mundo.
Em 1994 co-fundou a Associação Roça Mundo – com Isaura Carvalho – a qual passou a Fundação em 2002. Na sequência deste projecto foi criado o CIAC – Centro Internacional de Arte e Cultura, em 1994, tendo mais tarde dado origem à CACAU – Casa das Artes, Criação, Ambiente e Utopia, um projecto de maior dimensão que realizou a 1.ª Bienal de Arte e Cultura de São Tomé e Príncipe, em 1995.
Tivemos o prazer de nos cruzarmos e conversar um pouco com João Carlos Silva, primeiro no restaurante da roça, mais tarde quando visitávamos o CACAU. Prazer por se tratar de pessoa simples, sem peneiras, com gosto de conversar.

Cristina
28 de Outubro de 2025 at 18:58
Em 2017 quando estive de férias em São Tomé passei por essa roça. Deve ser muito bonita mas não passei do pátio pois fui tão mal recebida pelo dono que dei meia volta de regresso para Porto Alegre.
Leão do norte
28 de Outubro de 2025 at 20:28
Ele gosta sim, de conversar e lamber o c. dos brancos que lhe deixam ficar um troquinho, aos negros somente os da elite ele abre a portas das suas tascas, os descamizados as suas empregadas têm ordem expressa para os tratar com desdém nos seus espaços.
Querem exprimentar basta dirigirem se para uma das suas tabernas.
Racista aquele sujeito.
Cristina
30 de Outubro de 2025 at 8:50
Concordo plenamente,sou portuguesa, branca, mas como estava bronzeada e acompanhada por amigos são-tomenses não deve ter visto bem. Muito recista para com os próprios conterrâneos.