Economia

Caso Rosema está encaminhado garante delegação empresarial angolana

Uma delegação de empresários da República de Angola, esteve em São Tomé na terça feira, e reuniu-se com o Primeiro Ministro Patrice Trovoada.

Agostinho Kapaia, Presidente do conselho de administração da Comunidade de Empresas Exportadoras e Internacionalizada de Angola, garantiu após reunião de 2 horas com o Chefe do Governo são-tomense, que o Caso Rosema, poderá efectivamente ser resolvido. «É um assunto judicial, está assente entre os dois governos, eu acredito e tenho a certeza que haverá boa fé e esse assunto poderá efectivamente ser resolvido, está encaminhado»,pontuou o chefe da delegação empresarial angolana.

O Presidente do conselho de administração da Comunidade de Empresas Exportadoras e Internacionalizada de Angola, deixa claro que o caso Rosema está agora a ser tratado a nível dos Governos de São Tomé e Príncipe e de Angola. «Já tem vindo a ser discutido, mas nós temos a certeza que o fim será bom para ambas as partes envolvidas. Acreditamos que para bem de todos que isso possa ser resolvido», acrescentou.

A missão empresarial angolana analisou oportunidades de investimentos em São Tomé e Príncipe, no quadro da sua política de intensificação das relações com a câmara de comércio, indústria, agricultura e serviços de São Tomé e Príncipe.

Antes da reunião com o Primeiro Ministro Patrice Trovoada a delegação angolana contactou com o Ministro dos negócios estrangeiros e comunidades, Urbino Botelho, e encontrou-se com o embaixador de Angola em São Tomé.

Em algumas horas de prospecção das oportunidades de negócios em São Tomé, a delegação empresarial angolana percebeu que pode contribuir para evitar a importação de água a partir da Europa. O arquipélago são-tomense gasta anualmente 4 milhões de euros na importação de água engarrafada a partir do mercado europeu. «Europa está mais distante e temos produtos que podemos exportar para São Tomé», declarou Agostinho kapaia.

Para o grupo empresarial angolano, São Tomé pode também funcionar como uma placa para internacionalização das suas actividades comerciais na região do golfo da Guiné. Apontou outros mercados da região, nomeadamente Camarões, Nigéria, e Gabão como destinos a serem conquistados a partir de São Tomé. «Acho que como país irmão nós podemos intensificar essa relação comercial», frisou.

Composta por oito membros a delegação empresarial angolana, considerou como fundamental para já a resolução do problema de transportes marítimos, que possa garantir ligação com o arquipélago são-tomense, e com outros países membros da CPLP, nomeadamente Cabo Verde e a Guiné Bissau.

Téla Nón

    1 comentário

1 comentário

  1. Metido a Besta

    13 de Junho de 2018 as 18:03

    Outra postura nao esperaria dos empresarios Angolanos que nao fosse esta posicao ate porque ninguem investi num pais onde nao existe a garantia de seu investimento, direito de propriedade , um tribunal independente com sistema de justica sem interferencia de governo, parlamento aliado a um presidente que nao garante o estreito cumprimento a Lei a Constituicao.

    Nos paises democraticos numa Lei pode ser assinado a entrar em vidor quando uma parte dos deputados , cidadao e a sociedade civil manestam a duvida.

    Apenas O ADI com seus deputados os respectivos presidentes, quer da Assembleia como da Republica temem a brincar com assuntos serios.

    Tribunal Maritimo de Luanda bem como STJ de Angola ambas pronunciaram da ilegalidade deste processo, Alias como consta no acordao onde explicitam citou o acordao de anteriot Juiz presidente de STJ de Sao Tome , que havia lacuma processuais,

    Uma coisa foi ter perdido accao em Tribual em Angola e com o tempo ordenar a penhora de bens e tao so isto e mais nada.

    Outra coisa foi arrasto de bens com proposito de ser vendido nas asta publica e nao seria vendida a ajusto direto para que a imparcialidade .

    Sendo que nada havia sido solicitado por entidades Angolas e nao vejo onde e como a Senhor ministra engendrou aquela explicacao sem enquadramento juridico.

    Governos devem ter departamento juridico que tratam das materias das lei e nao arrumarem em chicos esperto atropelando tudo e todo e mesmo perante uma instituicao Internacional teme no seu erro.

    Onde se viu que um ponhado de 33 deputados onde apenas um tem a formacao em advogacia e mesmo assim , sem saber em que ramos especializou, podem ter audancia de saberem melhor que toda uma sociedade civil , Nacional e Internacional.

    So me faltava esta , estamos a brincar com assuntos muito serios .

    Mundo conteporaneo de hoje certas tendencias pertencem passado e aqueles que temem impor tais tendencias haverao de perceber que serao derrotado, ultrapassado.

    Fim da ditadura,

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