Política

VETO : PR Evaristo Carvalho já respondeu a carta do PR da Assembleia Nacional

A troca de cartas, entre o Presidente da República Evaristo Carvalho e o Presidente da Assembleia Nacional Delfim Neves, por causa do veto à lei eleitoral, entrou na sua fase final.

Depois de endereçar uma missiva ao Presidente da Assembleia Nacional, Delfim Neves, anunciando o veto do projecto de reforma da lei eleitoral, o Presidente da República recebeu uma resposta do Presidente da Assembleia Nacional, pedindo esclarecimentos sobre o conteúdo e as razões do veto presidencial ao projecto de lei de reforma a lei eleitoral, que tinha sido aprovado pela maioria parlamentar que sustenta o governo.

Evaristo Carvalho, respondeu de imediato ao Presidente da Assembleia Nacional. Numa carta com data de 6 de Janeiro, o Chefe de Estado santomense, explica ao Presidente da Assembleia Nacional Delfim Neves, que o seu veto à lei eleitoral, é POLÍTICO.

O leitor tem acesso a missiva do Presidente da República, distribuída a imprensa pela sua assessora de comunicação :

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

    4 comentários

4 comentários

  1. Arrlindo Lima

    8 de Janeiro de 2021 as 18:36

    Tudo na paz!
    Se a primeira carta de veto tinha um conteúdo genérico sem especificar a real matéria de veto, após a reacção do Presidente da Assembleia Nacional, o Presidente da Republica, em resposta foi mais explicito tal como solicitara a carta do pedido de esclarecimento. Leia-se na carta do PR: ” …no que tange ao conteúdo do n 3 do artigo 11 e o n 1 do artigo 19″. Portanto, a Assembleia Nacional já tem matéria para a segunda deliberação! Ora, na minha modesta opinião o PR agiu bem na sua decisão politica nas duas ocasiões (primeira e segunda carta) e por outro lado o Presidente da Assembleia Nacional, também esteve bem ao pedir a clarificação, tanto mais que ao contrario daquilo que alguns pensavam o PR assim o fez! Agora cada órgão deverá agir dentro do quadro constitucional e regimental, na paz do Senhor. Fui…

  2. Sem assunto

    9 de Janeiro de 2021 as 18:08

    Juiz em causa própria!
    No há futuro em nenhuma nação aonde a coisa pública é confundida em maior ou menor grau com a coisa privada.
    Que não haja meio termo : o senhor presidente da Assembleia, com a esta lei, pretende obter vantagem na corrida eleitoral , isto é elimina diretamente um adversários forte, o PT, é o Senhor Presidente da República esta ao seu serviço de quem ali o colocou, e nós o povo, distraído e ignorantes ficámos na plateia a ver figuras que ao invés de defender a nação defende os seus interesses, este é o resumo que de toda a este filme mal gravado.
    Acorde São Tomé e Príncipe!

  3. SEABRA

    11 de Janeiro de 2021 as 8:44

    Sem Assunto, se houve alguém que confundiu COISA PUBLICA como COISA PRIVADA (usar, tomar e abusar do que pertence ao ESTADO de STP…), foram os TROVOADA de pai a filho…e alguns outros marmanjos. Gostariàmos que fossem julgados e sancionados pelos MALES que fizeram ao pais STP e ao seu POVO…e que restituam os danos causados pelas ganâncias deles da sede do PODER.
    Hà QUE HAVER justiça…e JA!!!

    • VAI TU

      11 de Janeiro de 2021 as 19:12

      Estou de acordo, que os “Trovoada”, tenham feito aproveitamentos das suas posições para proveito próprio, mas;
      O que dizer, de TODOS os OUTROS, que retiraram, e pior, continuam a retirar proveitos para eles e familiares?
      Com 31 anos de S.Tome e Príncipe, o meu contacto com os governantes leva-me a não puder criticar um, mas sim todos, pois aqueles que tinham alguma negação em relação ao que estava a acontecer, ou deixaram o barco ser levado pela maré ou puramente o abandonaram.
      Lamento, mas o que estou a dizer é o que sinto.
      Que o S.Tomé e Príncipe,e os governantes recebam a bênção dos
      Deuses.

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