São Tomé e Príncipe já tem uma proposta de decreto-lei para regulamentar o mercado de carbono. O diploma foi validado num workshop promovido pela Direção do Ambiente e Ação Climática.
Pretende criar um sistema de créditos de carbono eficiente e transparente, adaptado à realidade nacional e em linha com os compromissos internacionais.
Para a Ministra do Ambiente, o mercado de carbono constitui uma oportunidade estratégica de elevado valor para São Tomé e Príncipe, enquanto país arquipelágico vulnerável às alterações climáticas.
Nilda da Mata destacou que o mercado de carbono representa uma oportunidade estratégica para mobilizar recursos, atrair investimentos, valorizar os ativos ambientais preservados e, sobretudo, assegurar que os esforços nacionais de mitigação sejam reconhecidos, valorizados e justamente compensados.
A proposta de decreto-lei, estabelece os critérios, mecanismos e obrigações que irão reger o funcionamento do mercado nacional de créditos de carbono.
A Ministra do Ambiente sublinhou as oportunidades concretas que este instrumento poderá abrir para o país: “Financiamento de projetos comunitários de reflorestamento e sistemas agroflorestais; implantação de soluções de energia renovável em zonas rurais; valorização da gestão dos resíduos urbanos com impacto direto na saúde pública e no meio ambiente; incentivo à inovação agrícola de baixo carbono para promoção da soberania alimentar sustentável; e, não menos relevante, preservação dos ecossistemas marinhos e costeiros, fundamentais para a captura e armazenamento de carbono”, enumerou Nilda da Mata.
A validação do diploma abre caminho para que o setor do ambiente se torne um motor do desenvolvimento económico, social e tecnológico de São Tomé e Príncipe.
José Bouças
Ministra do Ambiente
22 de Julho de 2025 at 3:36
Temos que investigar Nilda da Mata, Ministra do Ambiente de São Tomé e Príncipe.
Ela terá de prestar conta sobre a questão da melhoria do acesso à água potável e das condições ambientais em São Tomé e Príncipe. A União Europeia garantiu empréstimo à Ministra do Ambiente de São Tomé e Príncipe, Nilda da Mata. Patrice Trovoada também comeu esse dinheiro ou não? Será que a Nilda recebeu a sua parte desse dinheiro? O país precisa saber a verdade!
Houve um novo investimento de 14 milhões de euros do Global Gateway em infra-estruturas que irá melhorar a rede de água dentro e ao redor da capital são-tomense, aumentar a resiliência do país contra as alterações climáticas e ajudar a capacitar mulheres e raparigas.
Um empréstimo de 8,44 milhões de euros do Banco Europeu de Investimento, garantido pela UE, é complementado por uma subvenção de investimento da UE de 5,56 milhões de euros e aconselhamento especializado.
Por que precisamos de “conselhos especializados” de estrangeiros? Depois de 50 anos de semi-independência e de muitos dos nossos estudantes obterem diplomas e educação e formação de nível superior no exterior e localmente, ainda não temos especialistas em assuntos como água potável e condições ambientais? Ridículo!
A Nilda da Mata tem de ir à Assembleia Nacional para explicar tudo em aberto à TVS, à Téla Nón, e dar recado ao povo santomense.
Se houve roubos de dinheiro e projetos inacabados ou feitos de forma inadequada ou incompetente então, devemos explorar o tempo de prisão para Nilda da Mata e outros co-conspiradores.
Chega de piadas! A corrupção já chega!
Devemos ser sérios/as e responsáveis!
Quem comeu dinheiro? Cadeia!
Célia
23 de Julho de 2025 at 4:37
Nilda, tu não me enganas.
Colega de Nilda
22 de Julho de 2025 at 4:53
A Nilda é irreverente. Estudamos juntos. Conheço bem a jogada dela.
Celiza D. L.
23 de Julho de 2025 at 4:38
Essa Nilda, temos de lhe investigar profundamente.