Sociedade

Venda de sacos de plástico proibida a partir de 15 de setembro

A poluição causada por sacos plásticos convencionais tornou-se uma séria ameaça ambiental em São Tomé e Príncipe, afetando ecossistemas terrestres e aquáticos em todo o território. Apesar de a lei que proíbe a sua importação e comercialização estar em vigor há cinco anos, só agora as autoridades intensificam os esforços para garantir a sua aplicação efetiva.

Todos temos consciência dos impactos negativos reais que os sacos plásticos convencionais representam, não apenas para o meio ambiente, mas também para a saúde pública das nossas populações”, afirmou Suliza Quaresma, Diretora-Geral do Ambiente.

A partir da segunda quinzena deste mês, será proibida a comercialização de sacos plásticos convencionais, com penalizações previstas para os infratores.

 “A coima aplicável situa-se entre 10.000 e 100.000 dobras, conforme a gravidade da infração.”

Mas antes da entrada em vigor das sanções, o Governo lançou uma campanha de sensibilização de quinze dias, centrada sobretudo nas casas comerciais, com o objetivo de informar e preparar os operadores económicos para a transição.

Num esforço conjunto de fiscalização e sensibilização, queremos deixar claro que chegou o momento de mudar de paradigma e adotar alternativas sustentáveis aos sacos de plástico convencionais.”

Francisco Pereira, gerente de uma das mais antigas lojas do centro da capital, aplaude a medida.

Considero extraordinário o facto de a medida ter finalmente sido implementada. Se há alguma crítica a fazer, é apenas por ter chegado um pouco tarde”, garantiu.

O que se pretende é a substituição dos sacos convencionais por alternativas biodegradáveis, mais amigas do ambiente.

José Bouças

1 Comment

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  1. santomé cu plixinpe

    4 de Setembro de 2025 at 14:35

    APOIO 100%

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