Opinião

ONU e CEEAC com mãos nojentas do sangue de vidas são-tomenses e perdão do Vaticano

Filinto Costa Alegre, Amaro Couto, Hilário Garrido, juristas e Rafael Branco, diplomata, o que têm de denominador público no panorama político e social da atualidade são-tomense? Covardia, apatia, ignorância, indignação, inteligência, responsabilidade, autoridade, patriotismo ou simples desconstrução e reconstrução da Democracia?

Revolucionários, governantes, bancários, constitucionalistas e funcionários internacionais, ex-exercícios, o que no realismo contextual, lhes dará mãos ao matrimónio? Hoje deu-me em recorrer a expediente cívico, com questões ao redor de provas dos factos, dirigidas aos especialistas de direito, direito internacional e Constituição da República, figuras públicas de moral e ética, com palpites neste jornal digital e viajantes de corredor internacional para que em nome do povo martirizado, sem mais perca de tempo, busquem certas respostas junto da ONU e CEEAC. Os prestadores públicos devem fazer, rapidamente, valer junto das instituições citadas de que os seus representantes, enquanto humanos, se predispuseram ao jogo sujo, com provas elucidativas, optando pelo caminho errado, o do “terrorismo” e que para tal, as fotos e os vídeos de prisão, tortura e assassinato de civis, reclamam e exigem o devido respeito à vida humana africana.

Nenhum povo, seja qual for o interesse, é merecedor de tamanha indelicadeza e propositada cegueira. Mais! Há limites para hipocrisia internacional e, principalmente, quando ONU e CEEAC, indecorosamente, marcham sobre sangue de vidas brutalmente torturadas e assassinadas à luz do dia pelas chefias militares. É assustador, mas deveria animar os porta-vozes do povo – que já foi grande, ou pelo menos, a sua antiga elite pan-africana – a sair da zona do conforto, juntando-se aos exigentes desafios. É de relembrar de que todos, na harmonia, no debate e na diferença de opiniões, deveríamos dar impulso necessário ao país.

Na realidade, do ponto de vista bastante estratégico, uma das fraquezas da democracia consiste em retirar liberdade à própria liberdade, até de imprensa, daí prefiro não alinhar senhoras são-tomenses, neste pedido de socorro. Assumindo o lado de consciências públicas, ao favor das provas dos factos, não seria o balão de oxigénio, tão reclamado pela advocacia das vítimas da “inventona”?

Apesar de traição à Constituição, o presidente da República de ânimo voluntário, ofereceu-se a validar a farsa golpista e de mãos atadas, falha os compromissos com a nação, como ficou ilustrado, incompreensivelmente, a sua inclusão, assumindo pelo próprio de faz-de-contas, do seu nome no saco azul do contrato da ENAPORT, de clausulas de nítida corrupção e lesivas ao país. Qual rabo na estrada esconde o chefe do Estado para se deixar pisar pelo 1º ministro – deselegante ao jornalista Josimar Afonso – garantindo na entrevista, de comer e beber no mesmo prato e copo de Vila Nova?

Quem vem, desapaixonado, mas engajado a tirar medidas à lápis no papel a cada milímetro de 25 de novembro, já não tem dúvidas, até prova em contrário, de que  não tecer considerações públicas acerca da matéria sanguinária e criminal, para descontentamento da nação, roça comungar de enquadramento e conivência com o bárbaro massacre de 2022.

Logo, partindo da base de que a Constituição da República, enquanto emanação do povo, reflete Direito, Liberdade e Garantias, para tal, não é compreensível, o silenciamento de quem desde o eclodir do hediondo acontecimento e nódoa histórica, esperava-se erguer bandeira de contestação pública e, não a desvalorização de diploma ou por humildade, talvez, assobio aos anos de poder público na manifesta sujeição à queda coletiva ao fosso maquiavélico e cada dia mais profundo.

A indiferença perante as manobras antidemocráticas (adulteração do sistema judicial; amordaçar da liberdade de imprensa; fuga à explicação política; abate da oposição; subalternação e controlo do poder legislativo; queima de arquivo humano; roubo de quatro cadáveres civis; ausência de certidões de óbitos; falsificação e recusa de provas; investigação e testemunha portuguesa, em simultâneo; sentença viciada para enquadrar ao julgamento encomendado; rasgamento e viciamento de contratos internacionais; manuseamento da comunidade internacional e mais agendas) engendradas pelo 1º ministro do XVIII Governo e subsidiadas por mais alto magistrado, o presidente da República e abençoadas pelos juízes, procuradores e deputados da maioria parlamentar, afeta ao poder, não deveriam no Estado de Direito democrático, traduzir na apatia e no receio de indivíduos, até passado recente e no presente, hábeis comunicadores com microfones de mobilização política, académica e social.

Qual o mistério de um só político, de forma vexatória, arrogante e despesista, usufrui para fazer calar toda sociedade civil, académica, judicial e política – menos alma que não merece – produzindo frutos venenosos sobre derramamento de sangue de vidas humanas? Em sequência outras questões. O porquê de medo do 1º ministro ir ao parlamento? Das poucas vezes, em que lá esteve, ordenou à presidente da Assembleia Nacional, Celmira Sacramento e foi cumprido, a fortificar as medidas de segurança e revistar, especialmente, os deputados da oposição. Levy Nazaré que temeu pela vida na manhã da brutalidade de 25 de novembro, o antigo braço direito do líder de ADI e 1º ministro, terá explicação? Partindo do medo instalado por cada esquina de pensamento, quem serão as próximas vítimas do “terrorismo” ou da “inventona” golpista?

A justiça da injustiça montada para ilibar as mãos sanguinárias dos militares, em flagrante criminal às acusações do Ministério Público que ditava, imediata despromoção e prisão das chefias acusadas no processo nº 768/2022 para chegar, eventualmente, ao mandante dos crimes, não merece silêncio constrangedor dessas individualidades que, há muito, nutro simpatia elevadíssima e guardo livros na prateleira. O mais grave. Já não é novidade de que conversas de cafés na capital são-tomense e nas redes sociais, associam diretamente 25 de novembro, ao antecedente brutal assassinato do economista, Jorge Pereira dos Santos, torturado até a morte, na madrugada de 3 de junho de 2018, mas ainda assim, o Ministério Público, nãoleva o ruído à investigação?

Vejamos. Comparativamente, em termos de agenda internacional, decorridos quatro meses de contínua chacina humana no Médio Oriente, a África do Sul, conseguiu argumentos de denúncia do genocídio de Israel contra o povo palestino, na Faixa de Gaza – atualmente mais de 27 mil mortos, maioria população civil, entre crianças e mulheres – e convenceu suficientemente, os signatários da Convenção de 1948, fazendo reunir em menos de uma semana de apresentação da petição, a Corte Internacional da Justiça.

Será que – inclusão de Olegário Tiny, jurista, no toque às consciências – já denunciaram 25 de novembro na ONU e CEEAC? Uma queixa-crime liderada por antigos parlamentares, primeiros-ministros, ministros, juízes, magistrados, advogados, embaixadores e mais individualidades da vida pública são-tomense, já deu entrada no Tribunal Penal Internacional ou preferem ao der que vier, em seguida, refinar alguns, como bateu porta ao Arzemiro dos Prazeres “Bano” e saiu “lotaria” ao Delfim Neves, mantido no corredor de morte, na qualidade de presidente cessante do parlamento?

O poder público – já vou longo – exige sacrifícios, como compreender o ajoelhar ao 1º ministro, muçulmano confesso e crítico da espiritualidade católica, quem criou artifícios impedindo a responsabilização das chefias militares acusadas pelo Ministério Público e também a responsabilização política do governo pelo assassinato de vidas humanas, ir à Santa Sé abrir “biôkô”, ou seja, gozar com a cara do líder espiritual da Fé Católica e Chefe do Estado de Vaticano?

Com a agenda devidamente arquitetada, o 1º ministro, após ser condecorado pela ONU e CEEAC, correu ao Vaticano e purificou a alma nas mãos do Papa Francisco, atitude demonstrativa da pequenez do país, só pode ser, a Santa Sé não exerce a diplomacia coerente para com a Sé Catedral, em São Tomé e Príncipe. A imagem não vai em coerência com Dom Manuel António, na época da execução sumária, líder espiritual da Igreja Católica e Bispo Emérito de São Tomé e Príncipe que em:  https://www.telanon.info/sociedade/2022/12/14/39408/houve-morte-houve-tortura-eu-nao-preciso-de-uma-comissao-de-inquerito-para-me-dizer-isso/denunciou tortura efetuada pelas chefias militares protegidas e promovidas pelo mesmo chefe do executivo são-tomense. O 1º ministro, ao ir tão longe, convidou a Sua Santidade, a presidir na provável limpa e acolhedora Cidade Católica, Santo Tomé, a cerimónia do próximo dia 17 de Março para Ordenação Apostólica do filho nativo, Dom João de Nazaré, o primeiro Bispo das ilhas?

O recente grito desesperante dos militantes do próprio partido, ADI, incluindo deputados, não foi adequado ou preferem se manter na expectativa de que a explosão do barril de pólvora, jamais será realidade? O interesse pessoal acima do coletivo, tem malabarismo que possa poupar algumas figuras públicas do abismo coletivo?  Qual o hipnotismo de provocar a elevada indigência mental?

Os leitores apreciem ou não, a liberdade de pensamento e partilha pelos nomeados, algumas narrativas são merecedoras de nota top, diria mesmo, um verdadeiro guião político e até base académica na relação sociedade e política. Todos esses patriotas, retirando poeiras ao teto de vidro – quem não as tem, que atire a primeira pedra – gozam de perfis para candidatos presidenciais e jamais se lhes imagina no papel submisso ao 1º ministro do atual inquilino presidencial, Carlos Vila Nova. Aliás, um deles, no passado, já se disponibilizou a disputa, mas «sem ferro para engomar fato», entrou na corrida presidencial, na qualidade de revolucionário Filinto e desmerecido de bênção popular, saiu desconectado dapujança de Costa Alegre.

Até estrangeiros, Augusto de Nascimento e Ana Gomes, cidadãos de reconhecida craveira académica e abordagem política internacional que em: https://www.telanon.info/suplemento/opiniao/2022/12/29/39507/golpe-ou-inventona-em-sao-tomeoutrora-o-medo-agora-o-pavor/ e https://www.telanon.info/politica/2023/01/23/39722/ana-gomes-diz-que-o-governo-de-stp-e-ditatorial-corrupto-e-engendrou-um-fake-golpe-de-estado/ na realidade, nadam por linhas e ecos de São Tomé e Príncipe, no contra-balanço de prós e contras nacionais,  testemunharam e denunciaram 25 de novembro, não identificando dúvidas na encenação da “inventona” golpista do XVIII Governo, óbvio, para o governante retirar dividendos pessoais junto da comunidade financeira internacional.

O que viu ontem e agora não vê ONU e CEEAC, no caso são-tomense, as organizações contadoras de histórias dos Direitos Humanos? Os acessos a Nouhoum Sangare, representante regional do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos na África Central e, não só, ofertas também no jornal digital, o Téla Nón: https://www.telanon.info/politica/2022/12/17/39432/comissariado-da-onu-para-os-direitos-humanos-denuncia-impunidade-em-stp/ sustentam a anterior questão.

O tão esperado relatório político da CEEAC, em consonância ao tapete estendido, na recente cobertura internacional nas Nações Unidas e, oferecido pelo Gilberto Veríssimo, ao chefe do XVIII Governo constitucional, proteção duvidosa e desconectada da anterior declaração – https://www.telanon.info/politica/2023/02/20/39932/aberta-mais-uma-polemica-em-torno-dos-acontecimentos-de-25-de-novembro/ – que, há um ano, provocou cólera e baixeza de nível do executivo são-tomense, se ainda não foi queimado e jogado ao lixo, no mínimo, o documento para satisfazer a agenda governativa, foi adulterado para a posterior publicação com champanhe.

Pela solidariedade, ninguém esperaria outra ação do “padrinho” do poder absoluto instalado, se na visita ao país, no momento tenso e de pêsames das famílias, Abdul Abarry, o representante do Secretário-geral das Nações Unidas, recusou a ouvir liderança partidária da oposição parlamentar. Não foi o único. O demissionário 1º ministro português, António Costa e o seu braço direito, o ministro dos Negócios Estrangeiros, João Cravinho, também na época, estiveram por São Tomé e Príncipe, em dias de passeio, mata-bicho e bênção à chacina dos quatro civis e, pelo mesmo alinhamento ao XVIII Governo, recusaram audiências à liderança de oposição parlamentar, no país de democracia.

Não legível, é oportuno questionar, invés de especulação, o porquê do voto fácil e apagamento da memória do presidente da Comissão Económica dos Estados da África Central, o angolano Gilberto Veríssimo? Mais. O que ganham os são-tomenses passando cheque em branco ao 1º ministro na validade da brutalidade sanguinária? Ou ao contrário. Após o regresso de quatro anos de férias, para liderar pela quarta vez o executivo, o que vai faturar o chefe da vida política, económica e social dos são-tomenses à militância partidária, realização do Congresso de ADI e a todos quantos se associaram à “inventona” golpista?

Já o presidente do governo regional, em mais um ato para dar credibilidade à falsidade de 22 de novembro, numa demonstração de ansiedade pela fatia do bolo sobre sangue derramado de quatro vidas humanas, deu-se ao luxo de receber e oferecer cerimónia solene ao acusado pelo Ministério Público, o recém-graduado governamental, Inspetor-geral das FA, o Coronel José Maria Menezes, em representação do Brigadeiro João Pedro Cravid, Chefe de Estado Maior das Forças Armadas, na recente homenagem de rendição de chefia militar na RAP. O presidente Filipe Nascimento, figura académica, mas que se lhe reconhece “deficit” político, não obstante o «reconhecimento pelo exemplar e elevado sentido de patriotismo, zelo e dedicação com que (Marcos Viegas de Abreu) desempenhou a sua missão na Região Autónoma do Príncipe», mas para não ver ensombrado a colaboração e o respeito do reconhecido Tenente-coronel, cairia bem uma segunda figura do executivo regional, em substituição, ser indicada para presidir o ato. Tão simples, mas adequado, elegante e diferente do 1º ministro que se ofereceu ao motorista do presidente gabonês, antes e depois, sancionado de golpista pelo mesmo chefe do governo são-tomense. Não saiu bem ao presidente do governo regional escorregar-se na “casca-di-maduro”.

Ter acesso ao show de Janeiro, último, nas Nações Unidas, sustentado nas mentiras e intrigas da “inventona” golpista, aos ouvidos e olhos cúmplices da ministra da Justiça e dos Direitos Humanos, Ilza Amado Vaz – a pedir dinheiro e aceite, em nome do povo e da “Consolidação da Paz”, após a falsa tentativa do golpe de Estado do XVIII Governo contra o próprio executivo – que o 1º ministro de São Tomé e Príncipe, o autor de declarações que lhe ligam diretamente às explicações, por explicar e protetor número um da chefia Castrense implicada pelo Ministério Público e, sobretudo, poupado pela justiça montada por si, em ser ouvido nas investigações assessoradas por inspetores do governo socialista de António Costa, é lama de sangue humano e vexame de doer coração aos são-tomenses de bom senso e orgulhosos pela Pátria.

Sem margens para rodeios – há que dar o remate final – ONU e CEEAC foram precavidas pelo então Chefe do Estado Maior das Forças Armadas, o Brigadeiro Olinto Paquete que denunciou traição dos oficiais, seus colaboradores diretos, que numa montagem sanguinária lesaram a Pátria, razão substanciada do seu pedido de demissão e aceite pelo Comandante Supremo, o presidente Carlos Vila Nova: https://www.telanon.info/politica/2022/12/01/39342/encomenda-e-traicao-provocam-a-demissao-do-chefe-de-estado-maior-das-fastp/ .

Enquanto a juventude, em caravanas de milhares de força produtiva, nos tempos mais recentes, em fuga das ilhas, é atirada à indignidade humana por Portugal, vergonhosamente, em São Tomé, na passagem de mais um aniversário, 71 anos do Massacre de 3 de Fevereiro, o presidente da República, na leitura tendenciosa da História, para branquear os crimes do Quartel de Morro, defendeu-se de intrigas e mentiras à memória de centenas e centenas de assassinados e sacrificados que impulsionaram o grito à liberdade, mobilizando os são-tomenses, a preferir silêncio constrangedor perante prisão arbitrária, seletiva e execução sumária de quatro vidas humanas, assinadas pelo atual governo.

Dinâmicas africanas, há muito, exigem a reparação histórica dos crimes perpetrados pela colonização europeia, ao longo de séculos, é deplorável escutar o chefe do Estado são-tomense a enobrecer o então governador Carlos Gorgulho e insultar as vítimas do Massacre de 1953, apenas para saciar o seu desejo de encobrir o hediondo massacre de 25 de novembro de 2022, realizado pelas chefias militares. Um pedido de desculpas, é o mínimo que se deve exigir ao presidente Carlos Vila Nova.

Partindo do estímulo de cada são-tomense, independentemente de grade partidária, tem verdade a dizer e ser respeitada no tocante à atualidade de terror e muito incisivamente ao menosprezo da ONU e CEEAC à inteligência, paciência e vida do povo são-tomense, porquê o cruzar de braços à farsa governamental da “inventona” de 25 de novembro?

José Maria Cardoso

08.02.2024

5 Comments

5 Comments

  1. Patrice É. T.

    10 de Fevereiro de 2024 at 2:53

    José Maria Cardoso é engraçado.

  2. Jose Rocha

    11 de Fevereiro de 2024 at 0:08

    Seria necessário muita pachorra para ler toda essa fantasia e ficção do José Maria Cardoso. Quantos estarão disponíveis a tamanho sacrifício?

  3. Python

    11 de Fevereiro de 2024 at 2:54

    É um algo inacreditável.

  4. Margarida Lopes

    11 de Fevereiro de 2024 at 13:51

    Gratidão ao José Maria Cardoso, que escreveu um excelente artigo, descrevendo com muita realidade a situação política DRAMÁTICA de STP,que já dura há numerosos e longos anos, desde a independência,data é que começou a decadência do país com a chefia dos novos MESTRES do MLSTP do Manuel Pinto da Costa e do Miguel TROVOADA, os dois SOBAS da gestão, os TODO-PODEROSO.
    Entretanto, a rivalidade entre os dois era TAMANHA que acabou mal com um VERDADEIRO atentado ou seja GOLPE de ESTADO (é de costume da família TROVOADA),montado pelo Miguel TROVOADA, com objetivo de eliminar físicamente o Pinto da Costa.
    Após este sucedido, surgiram numerosos OPORTUNISTAS-INTERESSEIROS-CALCULISTAS, com ambição desmedida que rodearam o SOBA único do momento M.P.da Costa,com objetivo de obterem tachos distintos e conseguiram penetrar o circo fechado dos MANDA-CHUVAS, beneficiando de privilégios, usando e abusando dos bens de Estado são-tomense,tirando LUCROS excessivos dos seus cargos, com viagens, salários altos etc, adquirindo casas e contas no estrangeiro (ora que trata-se de pessoas de famílias pobres, sem herança…). Foram passando e dividindo os cargos importantes e lucrativos entre eles( coptação fechada), nenhum, nenhuma deles/as são patriotas, pois que pensam e agem apenas para os seus interesses pessoais respetivos…aí é CADA UM POR SI, simplesmente, STP e o povo não estão incluídos nos projetos destes individuos.
    Os MINISTROS, os Secretários do Estado, os DIRETORES, os Presidentes estão no PODER para terem promoções sociais, para os seus BEM-ESTAR,para aproveitarem e gozarem com as suas famílias, é tudo para eles e os seus próximos ( espôsa, espôso, filhos, irmãos etc), e NADA para o povo e o país.
    Eís os Presidentes que se sucederam, por ordem cronológica, e foi piorando:
    MANUEL PINTO DA COSTA(2 longos mandatos), MIGUEL TROVOADA, FRADIQUE DE MENEZES, EVARISTO CARVALHO, CARLOS VILA NOVA.
    Nenhum desses senhores pensaram em STP, nenhum pensou no povo são-tomense, nenhum fez uma ÚNICA OBRA que tenha permitido o país de avançar, nenhum se interessou e nem investiu no DESENVOLVIMENTO da educação, da saúde, do VIVER BEM e confortávelmente desta pobre população são-tomense ( que também tem a sua cota parte de responsabilidade desta situação porque VOTA).
    STP foi caíndo na RUÍNA e entrou num beco sem saída…atingindo o ABISMO com a DITADURA totalitária e AUTORITÁRIA do maior MAFIOSO padrinho o Patrice TROVOADA com o seu CAPATAZ Afonso da Graça Varela. Eles fizeram de STP um autêntico INFERNO onde reina TERROR & HORROR,montando paradas maquiavélicas de crimes-ASSASSINATOS organizados, como este artigo descreve e muito bem,para eliminar físicamente todos que atrapalham o sistema corrupto do fdp do foragido psicopata…a lista é longa, começou há já muito tempo, cuja uma das víctimas aqui citada é o economista Jorge Pereira dos Santos, que foi brutalmente e violentamente agredido no seu domicílio por individuos em cumplicidade com a sua empregada de casa MARLENE,foi espancado atrozmente( tendo inclusive perdido um olho) até a morte. Apesar de todas as provas,até mesmo os cabelos dos agressores encontrados nas mãos da víctima, o filme que a Câmara da casa gravou, os traços dos passos…havia todos os elementos que a PJ recuperou mas que preferiu DES-TRU-IR,a mando de quem? Também a PJ deixou e até ajudou a fuga de uma das suspeitas principais responsáveis deste crime assassinato, a empregada da casa(Marlene) do malogrado. O procêsso foi igualmente parecido com o que teve lugar no quartel do MÔRO pela ocasião do MASSACRE do 25 de novembro onde torturaram e violentaram 5 inocentes ( até a prova contrária)cidadãos são-tomenses, cujo o principal adversário Arlécio Costa, que atrapalhava o Patrice TROVOADA, pois que sabia e conhecia muitos segredos deste desgraçado.
    Queira Deus que hajam mais JOSÉ MARIA CARDOSO para denunciar e ousar publicar ( graças a TÉLÉ NÓN)estes e mais casos desatrosos, RUINS,GRAVES , injustos e de ABUSOS de PODER que se tem vivido desde o regresso da família TROVOADA, que usa e abusa da sua posição política em STP.
    ABAIXO O PATRICE TROVOADA & MÁFIA CRIMINOSA ADI.

    • Heliodoro Quaresma

      11 de Fevereiro de 2024 at 17:01

      Este texto tão exaustivo que até poderia ser explicativo, mas que seu autor trabalhou pouco em matéria de investigação e preferiu preencher o mesmo de acusações falsas sem qualquer apresentação de provas, fazendo dele um texto difamatório, tendencioso e com objetivos claros de atingir e denegrir figuras políticas do actual executivo.

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