Estudantes paralisam a Primeira Universidade Pública do país

Desde segunda – feira que os estudantes do curso de engenharia puseram em marcha um movimento de greve que paralisou a universidade pública de São Tomé e Príncipe. A instituição recentemente criada, está sob pressão dos estudantes que exigem melhores condições e a instalação de um laboratório de engenharia.

GREVEReivindicações que estão plasmadas nos cartazes que pintam o portão de acesso ao centro de ensino.

Acesso a Água Potável, melhoria nas casas de banho, fazem também parte da lista reivindicativa.

Peregrino Costa, Reitor da Universidade explicou aos estudantes que a verba inscrita para atender as necessidades de instalação do laboratório de engenharia, já foi disponibilizada desde o ano passado, no entanto falta o sector das finanças movimentar o montante para satisfazer as necessidades da Universidade.

Segundo os estudantes as negociações com o reitor da Universidade não produziram resultados, por isso o recurso a greve, que continuou até esta terça-feira.

Abel Veiga

 

 

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    Iluminado Responder

    Com o passar dos anos a classe dirigente continua a cometer os mesmos erros, pelos vistos não aprendemos nada com eles! Como é dar inicio as aulas sem estarem reunidas as condições básicas de funcionamento? Peregrino Costa não tem condições para ser responsável de um infantário, quanto mais Reitor de uma Universidade.

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      Casca Jaca Responder

      O senhor de iluminado não tem nada.Devia mudar o nome para Noite de trevas.

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      Essencial Responder

      Vamos preocupar com essencial, já não é de hoje que o professor Carlos Neves, nos vem dizendo, que ele como eng. Sabe q não temos o suficiente para sê-lo (eng.). Porém ficamos a saber que mesmo até ao nível dos professores o sr. Peregrino tem feito das suas, está muito focado em dinheiro e muito pouco preocupado com ensino o LLuminado tem toda razão. Para arrecadar mais dinheiro esse sr. Comete aberrações – existem casos caricatos de marcarem faltas aos professores muito antes de chegar a hora de leccionar, professores chegam a horas para darem aulas e são obrigados a irem-se embora, gastam combustível a toa e alunos perdem aulas, estou cá já há alguns anos (4) e nunca vi tanta indignação, ouvi que só em horas extraordinárias ele leva cem milhões (alugando os seus horárias), ele não dá aulas mas assina o ponto e ái de quem falar, credo! Alguém de fé nos livre de tudo isso. O que é uma torneira com água potável para alunos beberem? É pedir muito? Obrigada pela leitura

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    Justiceiro Responder

    Concordo plenamente
    Vamos preocupar com essencial, já não é de hoje que o professor Carlos Neves, nos vem dizendo, que ele como eng. Sabe q não temos o suficiente para sê-lo (eng.). Porém ficamos a saber que mesmo até ao nível dos professores o sr. Peregrino tem feito das suas, está muito focado em dinheiro e muito pouco preocupado com ensino o LLuminado tem toda razão. Para arrecadar mais dinheiro esse sr. Comete aberrações – existem casos caricatos de marcarem faltas aos professores muito antes de chegar a hora de leccionar, professores chegam a horas para darem aulas e são obrigados a irem-se embora, gastam combustível a toa e alunos perdem aulas, estou cá já há alguns anos (4) e nunca vi tanta indignação, ouvi que só em horas extraordinárias ele leva cem milhões (alugando os seus horárias), ele não dá aulas mas assina o ponto e ái de quem falar, credo! Alguém de fé nos livre de tudo isso. O que é uma torneira com água potável para alunos beberem? É pedir muito? Obrigada pela leitura

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    Maria de Fatima Santos Responder

    Penso que a faculdade de Engenharia deve fechar e os estudantes serem inseridos noutras areas, ja que nao ha condicoes para lecionar ou frequentar as aulas de engenharia. Mas o resto, a meu ver é uma questao de logistica e de ajuste de receitas/gastos do ISP (Universidade Publica de Sao TOme e Principe). Quanto é que se paga de propina? e quanto é que custa um laboratóro. Normalmente os cursos com laboratório sao mais caros. Por isso o preco das propinas sao ajustados a cada curso. Momento de reflexao: Nao se fazem omeletes sem ovos mas tambem nao se comem omeletes sem ovos

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