Eleições presidenciais

“Eu Garanto” – Mas, quem é Carlos Vila Nova?

Carlos Manuel Vila Nova, é licenciado em engenharia de telecomunicações, pela universidade de Orã- Argélia, em 1985.

Nasceu no norte da ilha de São Tomé, em 1956, mais concretamente na cidade de Neves. Uma das regiões do país que regista maior índice da pobreza.

Trabalhou como quadro superior na Função Pública. Começou por ser chefe do departamento de informática da direcção de estatísticas. A partir de 1988 ingressou  no sector do turismo, como responsável comercial do único hotel do país na altura, o Hotel Miramar.

Evoluiu na administração do sector hoteleiro, tendo sido nomeado em 1992 Director do Hotel Miramar. Mais tarde, em 1997 foi investido como director da Pousada Boa Vista.

Carlos Vila Nova cultivou experiência na administração do turismo e da hotelaria, no sector público, para depois projectar-se como empreendedor privado na área do Turismo.

Mistral Voyages é o nome da agência de viagens e turismo, que nasceu em 1997 pelas mãos de Carlos Vila Nova. Com as rédeas da Mistral Voyages nas mãos, Vila Nova, dedicou mais de duas décadas a promover Vida Nova para o sector do turismo santomense. Um sector que ano após ano, foi se afirmando como uma das principais fontes de divisas para a economia nacional.

Empresário independente, que a partir do ano 2010 decidiu entrar no mundo da política. ADI de Patrice Trovoada, conquistou o coração de Carlos Vila Nova.

ADI ganhou as eleições legislativas em 2010, e Carlos Vila Nova foi nomeado ministro das obras públicas do décimo quarto governo constitucional, liderado por Patrice Trovoada.

Quatro anos depois, ADI volta a ganhar as eleições legislativas, e com maioria absoluta. Carlos Vila Nova é novamente indicado pelo então Primeiro Ministro, Patrice Trovoada, como seu Ministro para o sector das Infra-estruturas, recursos naturais e ambiente, no décimo sexto governo constitucional.

Militante do partido ADI, Carlos Vila Nova foi eleito deputado da nação nas eleições legislativas de 2018.

Já em abril do ano 2021, Patrice Trovoada, Presidente da ADI, numa comunicação anunciou que o seu companheiro de partido Carlos Vila Nova é o candidato da ADI às eleições presidenciais, previstas para julho.

Na primeira volta do escrutínio eleitoral do dia 18 de julho, Vila Nova arrecadou mais de 43% dos votos expressos nas urnas, destacando-se como o candidato mais votado.

Casado, pai de duas filhas, 65 anos de idade, Vila Nova, que em campanha eleitoral, tem utilizado a frase, “EU GARANTO, acredita que no dia 5 de Setembro, a força do eleitorado vai consagra-lo como o quinto Presidente eleito no regime democrático em São Tomé e Príncipe.

Abel Veiga

    14 comentários

14 comentários

  1. SANTOMÉ+CU+PLIXIMPE

    26 de Agosto de 2021 as 15:39

    Xêe, então ele também é dos 46 anos…

  2. SANTOMÉ+CU+PLIXIMPE

    26 de Agosto de 2021 as 15:40

    Por isso que não aceitou debate….

  3. António Matias

    26 de Agosto de 2021 as 16:41

    Vila Nova FOGE debate hoje 26 mais viaja 28 para Portugal receber instruções do Pinta Cabra.
    Perder tempo.

  4. Vida Nova

    26 de Agosto de 2021 as 17:09

    Garante que se for eleito as primeiras medidas vão ser:

    1) Pressionar o governo para trocar a hora. Muita gente não se apercebeu que no tempo do ADI e quando o governo trocou as horas a EMAE poupou ao estado mais de 1 milhão de euros em combustível. As crianças podiam ficar na rua a passear até as 18 horas, sem medo da escuridão

    2) Chamar os militares ruandeses para dar melhor preparação as nossas forças armadas

  5. Andorinha

    26 de Agosto de 2021 as 17:41

    Gostei de ler adorei saber,homem que fez toda sua vida trabalhando e e criou seu próprio negócio é um empresário,não subiu na vida através da política, acontrario do Posser que toda vida foi um larápio delapidador da coisa pública.
    Eu ja não tenho dúvidas que melhor escolha é Vila Nova.

  6. A Pátria

    26 de Agosto de 2021 as 17:49

    E vai mesmo ser eleito, doa a quem doer, para por ordem nessa vergonhosa governação de uma coligação sem eira nem beira. E o Jorge BJ que tenha juízo e mude de atitude porque o povo já notou o vosso fracasso. Querem o Posser como eleito para fazerem de STP a vossa propriedade do, aqui mando eu, não saiu e ninguém me tira. Estão muito enganados. O povo desta vez vai ditar nas urnas pelo respeito e dignidade da nação. Aproveitem que o vosso tempo está a ficar muito curto.
    Um bem haja.

  7. Sem+assunto

    26 de Agosto de 2021 as 19:27

    Vai sim! Garantidamente, este é o próximo Presidente de São Tomé e Príncipe.
    Poderia ser ele ou qualquer um, pois nada mudaria, a vida do povo vai continuar uma m.da, e eles, cada vez vez mais ricos e poderosos.

  8. Fuba cu bixo

    26 de Agosto de 2021 as 21:51

    Vila Nova um homem limpo que não precisou de política para subir na vida.
    Obrigado meu deus por trazer Vila Nova para nós, vou votar Vila Nova com gosto com alegria.

  9. Pedro Costa 2

    27 de Agosto de 2021 as 6:39

    O que senhor garante ao país?
    Não antevejo nada em especial e prevejo que tudo será o mesmo ou será um cãos, devido a tão vincada colagem de alguns candidatos presidenciais aos partidos políticos. Acho que existe má interpretação do papel da figura de um presidente da república, pelo que se for eleito tenha uma conduta digna e imparcial.
    Parece-me não ser uma pessoal que pense pela sua cabeça.

  10. Vigilante+da+Grota

    27 de Agosto de 2021 as 8:36

    ….”Estou certo ou estou errado”?
    Esta era uma das frases, senão mesmo um dos slogans mais marcantes de uma das maiores novalas brasileiras, a famosa telenovala Roque Santeiro.
    Eram palavras, era o slogan do grande actor Lima Duarte que na novela Roque Santeirio assumia o nome de Senhorzinho Malta.
    Estou assim a “roubar” este slogam para perguntar aos meus compatriotas se “estou certo ou estou errado” na minha breve e solta reflexão que se segue.
    STP, abraviatura clara e directa de S.Tomé e Principe.
    No entanto, a nova geração de forma muito particular, tem utilizado a sigla STP para dizer que Somos Todos Primos, ou ainda , Somos Todos Parantes.
    Quer para o primeiro como para o segundo caso, laços de consaguinidade poderão estar ai presentes, tendo em conta a especificidade no nosso mosaico socio-etnologico.
    Assim sendo, a união entre os santomenses deveria ser a bandeira maior. O entendimento entre as pessoas, a familiaridade e valores afins deveriam ser condição sine-qua-nom para, juntos, arrumarmos a casa (STP), para que de forma condigna possamos traçar rotas ou romos para a paz, a estabilidade e o desenvolvimento em todas as suas vertentes. Desenvolvimento económico, desenvolvimento social e até mesmo desenvolvimento na forma de decidir e agir quando se se tratar de questões de Estado que exigem concordância e entendimento no seio e entre a classe política de forma particular.
    Senão vejamos, uma pequena mas interessante história, algo que se passou entre dois amigos de infância, da adolescência e da juventude.
    O Senhor Joaquim é militante do Partido A. O seu amigo, Senhor Paulo, é militante do Partido B.
    Foram amigos de longa data. Amigos de infância, de adolescência e da juventude (daqueles tempos de namoriscos as escondidas em que um era cúmplice do outro nas “coboiadas” da juventude).
    As campanhas para as eleições do ano X decorriam e os dois velhos amigos se cruzaram, cada um defendendo seu partido político o que é absolutamente nornal.
    Mas, tudo passou a ser anormal quando subitamente o Senhor Paulo, que se encontrava numa situação de desemprego e que naquela campanha buscava alternativas, e até mesmo tentando ganhar algum “do banho”, parte para insultos contra o Senhor Joaquim, que nessa altura já era um director de Serviço.
    Depois dos insultos, Paulo parte para agressões contra o seu antigo colega de escola, criando uma situação altamente desagradável e condenável à todos os títulos.
    Os apoiantes de parte a parte lançaram pedradas, gente ficou ferida, ambulância foi chamada e ao banco de urgência deram entrada pelo menos uma dezena de pessoas, dentre elas o Joaquim directamente atingido pelo seu ex-colega Paulo.
    Os velhos amigos Joaquim e Paulo mal conseguiam se entreolhar. Esqueceram-se que somos todos STP, esqueceram-se que as campanhas são para poucos dias, mas que a vida continua muito para além das campanhas e da política.
    E as campanhas terminaram, cada um retomou a sua vida normal e num determinado fim de semana, a senhora Veva decide celebrar seu aniversário. Veva era uma velha amiga do Joaquim e do Paulo, também ela ex-colega da Escola. Ela sem saber da richa entre o Joaquim e o Paulo convida os dois para o seu aniversário. Um não sabia que o outra era também convidado.
    Chegados ao aniversário, ai se encontraram, mas limitaram-se a não falar, dando costas um ao outro e como tal, não se sentiam tão a vontade na festa de aniversário da dona Veva. O aniversário que deveria ser para os dois um espaço/momento de confraternização passou a ser um espaço/momento de “engolir seco”.
    Dias se passaram, e o Joaquim que era um Director de serviço, recebe instruções do seu superior hierarquico para abertura de um concurso para admissão de novos quadros. O Paulo continuava numa situação de dempreo e sabia que o Joaquim era o Director do serviço que estava a organizar o concurso. Sente-se inibido, mas ainda assim apresenta a sua candidatura. Cumpriu as formalidades, tinha nivel e foi admitido. O Joaquim era o seu chefe, aquele velho amigo que ele havia insultado e agredido.
    O Paulo começou a trabalhar, mas entrava sempre cabisbaixo, sentindo-se comprometido, evitando dar de caras com o seu ex-amigo, agora o seu Director.
    O amigo Joaquim o tratava como qualquer outro funcionário, sem desdenho e sem complexos, mas também evitava conversas de amigo com o Paulo. Sempre que necessário, falavam apenas de questões de trabalho.
    Porque não se sentia bem o facto do seu ex-amigo “evitar confiança” para com ele, o Paulo tudo faz para viajar. Talvez se sentia humilhado.
    Assim procura dar outro rumo a sua vida. Trata das papeladas todas, nem informa sequer o serviço, no dia da viagem, parte para o aeroporto, entra no avião, a assistente de bordo lhe indica o seu lugar no avião para se assentar e…… para seu espanto, quem vai se assentar ao seu lado, é justamente o seu velho amigo, o seu director Director, à quem ele não comunicou que estava a abandonar o emprego para viajar.
    Como suportar uma viagem de cerca de seis horas, S.Tomé/Lisboa, sentado ao lado de um ex-colega de longa data, o seu Director de serviço, e agora um companheiro de viagem sem ao menos trocarem palavras?
    Não…Não havia outra hipotese.
    Tinham mesmo que conversar e ai surgiu o perdão, a reconciliação, o reconhecimento de erros de ambas as partes e a viagem para o Paulo que seria uma viagem de “fugir”, acabou por se transformar numa viagem apenas de férias, porque o Joaquim fez-lhe mudar de ideias, fez-lhe entender que o STP é muito mais do que forças politicas, que STP é S.Tomé e Príncipe e que Somos Todos Parentes.
    Paulo viajou mas depois regressou, retomou suas actividades laborais e a amizade dops dois velhos amigos foi reatada.
    Vieram outras campanhas, cada um continuou defendendo sua força política, mas sem insultos, respeitando as regras democraticas, porque depois das campanhas seremos sempre e sempre STP.
    E…., tudo isto para dizer que;
    – Somos tão poucos num tão pequeno país (quer em dimesnsão territorial, quer em termos populacionais).
    – Partilhamos os mesmos espaços de convívio, porque são poucos, somos convidados para os mesmos aniversários, os mesmos batizados, os mesmos casamentos porque somos todos parentes;
    – Cruzamo-nos quase todos os dias nas mesmas ruas, nas mesmas esquinas, e todos conhecemos bem uns aos outros;
    – Vamos para as mesmas praias, partilhamos os nossos convivios, porque em tempos já fomos solidários uns para com os outros;
    – Viajamos no mesmo avião, porque não são tantos vôos para o exterior assim, enfim…., somos todos STP, e não pode nunca a política nos separar. Unamo-nos em torno do que for bom para todos, do que for consensual para o bem de todos !.
    E esta heim!?!?….”Estou certo ou estou errado ? “

    • SANTOMÉ+CU+PLIXIMPE

      27 de Agosto de 2021 as 10:46

      Sendo assim votar no Posser da Costa é o caminho…

  11. Gerhard Seibert

    27 de Agosto de 2021 as 11:49

    Parabéns Abel! Finalmente, mais de um mês depois da primeira volta das presidenciais em 18 de Julho aparece na imprensa santomense alguma biografia do candidato mais votado.
    Tenho alguma dúvida relativamente ao papel de Carlos Vila Nova no estabelecimento da Mistral Voyages em S.Tomé, em 1997. Que eu saiba, foi Jean-Pierre Bensaid, o dono francês da Mistral Voyages e cônsul honorário de STP em Marselha quem abriu esta agência de viagens em S.Tomé. Talvez Carlos Vila Nova fosse o seu gerente local, naquela altura.

    Abraços

    Gerhard

  12. SEMPRE AMIGO

    27 de Agosto de 2021 as 12:05

    Está certo!

  13. Mepoçon

    28 de Agosto de 2021 as 17:26

    O que se agrada nesses comentários, quer a favor, quer contra, é que os comentadores, pelo visto, são poucos os que procuram o jornal para politiquice. “O POVO É QUE SABE” não tem tempo e nem interesse de ler o jornal, porque os mais desfavorecidos e enganados fazem as suas avaliações no quotidiano da sociedade, e é daí que decidir nas urnas. Não queremos batota, não queremos fraude, em STP tem lugar para todos de boa vontade patriótico. CVN, unidos venceremos

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